Argentina

Foi por pouco, Equador!

Recentemente, a Argentina vem sofrendo com o Equador. Nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006, a seleção ‘albiceleste’ teve uma vitória por 1 x 0, no Monumental, e uma derrota por 2 x 0, em Quito. Já neste domingo, aconteceu um empate por 1 x 1, também no Monumental. A exceção ocorreu na Copa América de 2004, quando os argentinos golearam por 6 x 1.

Não é mentira que o Equador teve um belo desempenho. Principalmente na defesa. Todavia, quem foi muito citado por ter atrapalhado a seleção local foi o gramado. Vários jogadores argentinos fizeram críticas. Messi, por exemplo, deu esta declaração: “O campo era um desastre, cheio de poças. Assim não se pode jogar bem”. Apesar deste problema, alguns nomes se destacaram. Palacio foi um deles. O atacante do Boca substituiu Verón aos 44 minutos do segundo tempo e empatou aos 48. Este foi seu primeiro gol com a camisa da Argentina em sete partidas.

Javier Zanetti é outro que também conseguiu abrir um sorriso. Afinal, disputou sua 40ª. partida em Eliminatórias e empatou com Roberto Ayala. Ambos são os recordistas da seleção. Não bastasse tal feito, Zanetti continua sendo o atleta que mais vezes atuou pela Argentina, com 121 jogos.

É com esse empate na cabeça, diante do atual antepenúltimo colocado, que a Argentina vai enfrentar o Brasil no Mineirão. Trata-se do mesmo estádio que recebeu o confronto entre os rivais nas Eliminatórias de 2006. Naquela ocasião, Ronaldo marcou três gols de pênalti e ajudou os donos da casa a ganharem por 3 x 1. Dos 11 titulares do jogo contra o Equador, um está descartado: o zagueiro Demichelis (suspenso pelo segundo cartão amarelo). Para seu lugar, foi convocado Jonathan Bottinelli, do San Lorenzo.

Mascherano e Verón, que se recuperam de contusão, também podem desfalcar a equipe. O médico da seleção, Homero de Agostino, acredita que o volante do Liverpool-ING terá condições de disputar o clássico. Caso Mascherano e Verón fiquem ausentes, Battaglia e Gago, respectivamente, deverão ser seus substitutos. Gago, aliás, entrou no lugar de Maxi Rodríguez no domingo.

Pensando em seu rival ‘canarinho’, a Argentina está procurando se preparar da melhor maneira. Jorge Ribolzi, integrante do corpo técnico, compareceu ao estádio Defensores del Chaco, em Assunção, para ver Paraguai x Brasil. Sem dúvida, Ribolzi encaminhou ótimas notícias ao técnico Basile…

Libertadores não sai da cabeça

Nós havíamos dito que Ramón Díaz, campeão da Libertadores de 1996 pelo River, deixaria o San Lorenzo após o Clausura. Porém, Díaz acabou saindo antes do término da competição. Quem comandou o time na rodada passada (3 x 2 contra o Banfield) e comandará na rodada de encerramento, diante do Gimnasia Jujuy, é Norberto Batista, treinador das divisões inferiores. Além de Batista, quem também ficará atento ao jogo contra o Gimnasia é Miguel Ángel Russo, anunciado no último sábado como novo técnico do Ciclón e que também já faturou o título da Libertadores – ele foi o responsável por levar o Boca à conquista em 2007.

São duas as oportunidades que Russo tem para salvar o ano do centenário do San Lorenzo: o Apertura e a Copa Sul-Americana. Perguntado a respeito dos objetivos nos próximos 12 meses, período que dura seu contrato, Russo disse: “É possível ganhar o torneio local e um título internacional. As equipes grandes apostam em ambos os torneios e eu, como treinador, também estou obrigado a ganhar títulos”. Em relação aos problemas internos que o clube teve na passagem de Díaz, Russo deu a seguinte resposta: “Em todos os lados, existem pequenas diferenças. Estes problemas foram internos e eu fiquei de fora. Fiquei sabendo dos problemas através dos meios de imprensa e não creio que eu deva opinar”.

Mostrar mais

Equipe Trivela

A equipe da redação da Trivela, site especializado em futebol que desde 1998 traz informação e análise. Fale com a equipe ou mande sua sugestão de pauta: [email protected]

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo