Argentina

Batistuta: “Gosto muito de Icardi, ele tem mais chances de ser o centroavante da Argentina”

Mauro Icardi se torna uma das referências da seleção argentina neste momento de transição. Ao lado de Paulo Dybala, o centroavante foi um dos protagonistas nas convocações recentes da Albiceleste, sem os principais figurões que participaram da última Copa do Mundo. E em excelente fase na Internazionale, o artilheiro ganhou uma importante benção nesta semana: a de Gabriel Batistuta. O velho ídolo afirmou que Icardi é o principal candidato a ser seu herdeiro, em uma virtual disputa com o desgastado Gonzalo Higuaín.

“Para a Argentina,a briga para saber quem jogará de centroavante é entre Icardi e Higuaín. Mauro tem mais chances, porque ele é jovem. Gosto muito dele, você não o percebe tanto nas partidas, mas ele sempre marca seus gols. Os torcedores da Inter precisam ficar felizes por ter um centroavante como ele no time”, declarou Batigol, que está em Florença lançando um filme sobre a sua carreira.

Questionado também sobre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, o veterano fez suas comparações: “Se eu pudesse, teria os dois no meu time! Se tivesse que escolher um, ficaria com Messi, apenas porque ele é argentino. Mas falando sério, Cristiano é muito bom, mas os dois são diferentes. Messi se envolve mais com o jogo. É difícil compará-los. Ronaldo tem uma personalidade diferente e outra mentalidade, pessoas como ele nunca desistem. Ele vai querer marcar gols até quando puder”.

Além disso, também deixou sua homenagem a Diego Maradona, no dia em que o antigo companheiro completa 58 anos: “Eu sinto bastante por não ter jogado muito com Maradona. Não sei como, se eu cheguei muito tarde ou se ele veio muito cedo, mas aprecio os jogos que estive ao lado dele. Tivemos experiências maravilhosas e algumas negativas, como a Copa de 1994. Para nós, na Argentina, Diego é o futebol. Eu nem sempre concordo com suas opiniões, mas o admiro como jogador e pessoa, porque sei de onde ele veio”.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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