Sai um ex-jogador, entra outro: Lehmann substituirá Klinsmann no conselho do Hertha Berlim
O empresário Lars Windhorst buscou a experiência de Jürgen Klinsmann para direcionar os investimentos que começou a fazer no Hertha Berlim nesta temporada. Colocou-o no conselho e, posteriormente, lhe deu o cargo de treinador. Não deu certo. Klinsmann ficou apenas 76 dias no cargo e a maneira abrupta com que pediu demissão rachou a relação de confiança com o dono da grana. Foi retirado até do conselho e, agora, a sua cadeira terá um novo dono, também um importante ex-jogador alemão: Jens Lehmann.
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Goleiro da seleção alemã e do Arsenal, Lehmann, 50 anos, tem 394 jogos de Bundesliga no currículo, por Schalke 04, Borussia Dortmund e Stuttgart, e uma breve passagem como assistente técnico do Augsburg. A expectativa é que seja confirmado na próxima reunião do conselho.
“Fiquei feliz em aceitar a proposta de Lars Windhorst para fazer parte do futuro do Hertha. Eu vejo como um dos mais interessantes projetos do futebol no momento”, disse, ao site do clube.
Com o dinheiro de Windhorst, Klinsmann conduziu um mercado de inverno agressivo, contratando nomes como Matheus Cunha, do RB Leipzig, Piatek, do Milan, Lucas Tousart, do Lyon, e Santiago Ascacibar, do Stuttgart.
O investimento ainda não foi traduzido em grandes resultados. Antes da paralisação, o Hertha Berlim era o 13º colocado da Bundesliga, seis pontos acima do playoff do rebaixamento. Klinsmann substituiu Ante Covic e foi sucedido pelo interino Alexander Nouri, que comandou quatro rodadas, com uma vitória, dois empates e uma derrota.
A ideia inicial da direta era mantê-lo até o fim da temporada, mas a pausa por causa da pandemia de coronavírus mudou seus planos, e Bruno Labbadia foi anunciado como o quarto homem a comandar o Hertha Berlim nesta temporada.
O clube anunciou que também integrará ao conselho o agente Marc Kosicke, que trabalha com nomes como Jürgen Klopp e Julian Nagelsmann.
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