Alemanha

O último teste

A poucos dias da estréia na Euro-08, a seleção alemã, sob o comando de Joachim Löw foi colocada à prova. Em dois amistosos, com resultados que passaram longe de provocar alguma euforia, mas foram importantes para que pequenas falhas fossem percebidas e para que jogadores importantes mostrassem que ainda podem ser imprescindíveis.

Contra a Belarus, um empate em 2 a 2, acendeu o sinal amarelo na Nationalelf. O fato da equipe ter cedido a igualdade, nos últimos minutos, com direito a falha do já contestado goleiro Lehmann, deixou evidente que ainda existem dúvidas e problemas no setor defensivo do time.

Testado, Thomas Hitzelsperger não foi bem pelo lado esquerdo e o adversário percebeu facilmente que o espaço existia. Se Phillip Lahm, a melhor possibilidade para reforçar o setor, declarou que deseja atuar pela direita, esse será um problema a ser solucionado por Löw, tantas vezes criticado pelos problemas neste setor.

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A volta de Frings, em boa forma à seleção, foi importante, apesar da atuação apagada na última terça-feira. Já a defesa voltou a ter uma atuação preocupante, a falta de ritmo e entrosamento de Metzelder e Mertesacker foi evidente. Ao contrário de Klose e Podolski, responsáveis pela jogada que resultou no gol alemão, que mostraram que ainda estão em sintonia.

Três dias depois, a seleção voltou a campo com quatro mudanças para enfrentar a Sérvia. Marcell Jansen assumiu o lado esquerdo da defesa e a melhora foi notória. Durante a partida, Lahm também foi deslocado para o setor com a entrada de Podolski. No ataque, Mario Gómez e Kevin Kuranyi foram testados.

Mas o que valeu a pena no último teste do time antes da estréia contra a Polônia foram as atuações de Neuville e Ballack. Se no primeiro amistoso o capitão não brilhou, contra a Sérvia, ele foi decisivo. Ballack foi bem, marcou o gol da virada nos minutos finais da partida e arrancou elogios do treinador. “Ele conduziu todo o time e está muito bem fisicamente”, declarou Löw após a partida.

Sim, problemas ainda existem, mas a Alemanha conta com uma vantagem: tempo. A fragilidade dos adversários na fase de grupos pode garantir à Nationalelf um tempo maior de preparação em relação às demais seleções favoritas a se darem bem na Áustria e Suíça.

Boas perspectivas para o Borússia

Enfim, contratação confirmada e desejo realizado. Após a pior campanha dos últimos 20 anos no campeonato alemão, o Borússia Dortmund anunciou Jurgen Klopp no comando da equipe, para a próxima temporada da Bundesliga e para a disputa da Copa da Uefa.

Klopp fez história no Mainz 05. Desde 2001 na comissão técnica do clube, teve uma passagem de 11 anos como jogador. O ex-atacante foi o responsável pela volta do time ao cenário do futebol do país. Na última temporada, a surpreendente campanha na segunda divisão alemã deixou o time na quarta colocação da 2.Bundesliga. Se a equipe passou perto de garantir o acesso para a Bundesliga, o treinador já se mostra amadurecido para comandar um grande clube.

A expectativa é grande. Jürgen Klopp tem um estilo que agrada os torcedores. O treinador é conhecido por fazer seus atletas trabalharem duro, além de dar à equipe um estilo ofensivo de jogar. Aprovada pela torcida, a contratação garante, ao menos, boas perspectivas ao time de Dortmund.

Italianos no Wolfsburg

Talvez inspirados na bela temporada de Luca Toni no Bayern de Munique, o Wolfsburg também resolveu apostar em jogadores italianos para a próxima temporada.

Porém, ao invés do ataque, o time da gigante Volkswagen resolveu reforçar seu setor defensivo com a contratação da dupla Cristian Zaccardo e Andrea Barzagli.

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Equipe Trivela

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