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Clubes alemães querem mudar divisão dos direitos de TV para premiar tradição

O contrato milionário de direitos de televisão firmado pela Premier League motivou um grande debate na Alemanha sobre o seu próprio modelo de negociação. Essa renda é dividida em dois pilares entre os clubes da Bundesliga: 65% igualitariamente e 35% de acordo com campanhas anteriores. Alguns clubes com história na Alemanha querem acrescentar uma terceira perna, que premie a tradição.

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Na verdade, a revista Kicker, em tradução googlística, está chamando de “valor de mercado”, mas uma coisa está relacionada à outra. As métricas citadas são base de torcedores, popularidade, audiência de TV, interação nas redes sociais e critérios em que clubes mais tradicionais levam vantagem, mesmo que a fase esportiva atual não seja das melhores.

A aliança foi formada entre Hertha Berlim, Werder Bremen, Eintracht Frankfurt, Hamburgo, Colônia e Stuttgart, que somam 21 títulos alemães e contêm o quinto, o sexto, o oitavo e o décimo maiores campeões do país. A ideia deles é tentar desenvolver esse terceiro pilar para o próximo contrato, que começa na temporada 2017/18.

Outros países da Europa, como Inglaterra, Itália, França, Espanha, Holanda e Rússia, têm uma porcentagem dos direitos de TV para as marcas mais valiosas, ao contrário da Alemanha. E se por um lado a distribuição de renda tem que ser a mais justa possível, por outro alguns clubes construíram um legado ao longo dos anos que não pode ser ignorado.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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