Alemanha

Alemanha lança candidatura para sediar a Euro de 2024, sua primeira desde a unificação

A Alemanha oficializou a intenção de sediar a Eurocopa de 2024, no que seria a primeira vez que o país receberia a competição depois da queda do Muro de Berlim. A federação de futebol do país declarou que enviará a proposta para a Uefa até o dia 3 de março. Uma decisão deve ser tomada em setembro de 2018.

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A última e única vez que a Alemanha recebeu a Eurocopa foi em 1988, quando a Holanda foi campeã e o país ainda era dividido pela Guerra Fria. Em 2006, foi anfitriã da Copa do Mundo, em uma grande demonstração de hospitalidade e alegria do povo alemão.

A Euro de 2020 será realizada em diversos países, e quando a Alemanha não mostrou interesse em receber partidas importantes, como a semifinal e a decisão, ficou claro que estava concentrada na proposta para 2024.

A federação fala em usar dez cidades para receber o evento, e promete, como todas as candidaturas, responsabilidade e transparência. “A Eurocopa de 2024 pode ser um importante e emblemático projeto para todo o futebol alemão”, disse o presidente da entidade, Reinhard Gridel. “Vamos apresentar um trabalho de primeira classe, tendo muito cuidado para garantir que selecionamos as possíveis cidades sede em um processo transparente. Temos a infraestrutura e o know-how para alinhar uma Euro economicamente razoável e ecologicamente compatível”.

Quem deve pintar como concorrente é uma proposta conjunta de quatro países nórdicos – Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia -, que já manifestaram publicamente o interesse de sediar a competição em 2024 ou 2028. Em maio do ano passado, o presidente da Federação Dinamarquesa, Jesper Moller, afirmou que as quatro entidades iriam “investigar e preparar uma proposta oficial”.

Também se espera que a Turquia entre na jogada, depois de perder a candidatura de 2016 para a França e recusar um convite de Michel Platini, ex-presidente da Uefa, para sediar a Euro de 2020 sozinha. “Agora eu não sei se a Turquia gostaria de tentar de novo. Eu acho que não, mas nunca se sabe”, disse o secretário-geral da Uefa, Theodore Theodoridis, ano passado.

A decisão é tomada pelos 17 membros do comitê executivo da Uefa, mas os integrantes dos países interessados são excluídos da votação.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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