Surra homérica

Um gol a cada quinze minutos. Esta foi a média do Bayern de Munique nos dois confrontos com o Sporting pela Liga dos Campeões. Depois dos 5 a 0 em Lisboa, mandou 7 a 1 hoje na Allianz Arena – sem Toni e Ribéry. Os portugueses devem ter desejado que valesse na LC a regra da Copa do Brasil que elimina o jogo de volta. É o maior placar agregado em uma fase pós-grupos desde a criação da Champions League.

Além do confronto que já estava decidido, tivemos uma noite de muito drama em Atenas e em Turim. O Villarreal não se intimidou com a pressão da torcida do Panathinaikos e buscou a classificação que mantém vivo o sonho de repetir a bela campanha de 2006.

Na Itália, o Chelsea era ligeiramente favorito, mas os primeiros 35 minutos davam a impressão de que a Juventus sairia com a vaga. Depois, as forças se equilibraram, e o gol fora de casa de Essien dificultou as coisas para a Vecchia Signora. Mesmo com a expulsão de Chiellini, os donos da casa tentaram na base da empolgação. Aí, o personagem foi Belletti, como de costume. Cometeu o pênalti, mas se redimiu com a assistência milimétrica para Drogba definir a vaga.

O Liverpool foi o único time a jogar em Anfield. O Real Madrid, e mais especificamente sua dupla de zaga, pareciam estar com a cabeça em outro lugar. A goleada de 4 a 0 não deixa dúvidas sobre a superioridade dos Reds – apesar das controvérsias nos dois primeiros gols. E já são cinco eliminações consecutivas para os Merengues nas oitavas-de-final.

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Equipe Trivela

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