O risco do Fluminense

O Cruzeiro voltou de Buenos Aires achando ser bom ter perdido só de 2-1, assim como o Atlas ficou feliz da vida com um empate obtido no José Amalfitani. O Fluminense não poderá pisar no Maracanã achando que vai dar as cartas sobre o copeiro Boca Juniors. O histórico xeneize, não só em 2008, explica isso.

Na Libertadores do ano passado, uma das mais fortes equipes era o Libertad. O Boca, em plena Assunção, bateu a equipe paraguaia. Foi assim também contra o Santos, na final de 2004, contra o Paysandu, em 2003, e até contra o Palmeiras, consecutivamente em 2000 e 2001. O Boca Juniors, ao mesmo tempo em que construiu a mística da Bombonera, faturou êxitos longe de seus domínios.

O lado bom é que o Fluminense, aparentemente, sabe disso. É preciso fugir do oba-oba característico e manter o foco, como contra o São Paulo. Se jogar futebol e tiver cabeça boa, o Flu pode ser o adversário da LDU de Quito na final da Libertadores.

No Morumbi…

O desafio corintiano para esta quarta-feira é conseguir abrir vantagem sobre o Sport. Será a primeira vez, na competição, que o Corinthians vai definir o mata-mata fora de seus domínios – ter enfrentado o São Caetano em Ribeirão Preto não conta aqui. E, isso, exige que Mano Menezes altere a postura da equipe, que precisa ser mais agressiva diante dos pernambucanos.

O Sport, por sua vez, está acostumado com essa situação. Diante de Palmeiras e Internacional, nas quartas e nas oitavas, respectivamente, colheu bons resultados longe da Ilha do Retiro, onde decidiu com autoridade em ambas as ocasiões.

 

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