O jogo do ano do ano de Luxa

O ano de 2009 tem tudo para ser o ano da “volta” de Luxemburgo. O treinador é vaidoso, e deve ter cansado de não ter argumentos para rebater os que expõem sua falta de sucessos recentes. Some-se a isso que tem um bom grupo de jogadores na mão, e o indiscutível fato de que entende de futebol, e há aí um bom começo para uma equação vitoriosa.

Sõ que nem tudo depende de Luxa. Há fatores políticos e financeiros que independem dele. Se o time não paga salários, por exemplo, ou se vender Keirrison em abril porque a Traffic achou que era o momento, não haverá nada que o técnico possa fazer. Como não pôde para impedir que o time de 2009 fosse montado “em cima da hora”.

Foram, neste caso, principalmente os fatores políticos: enquanto não ficou claro que a situação levaria a eleição, nnão houve dinheiro para jogadores. E financeiros: Kleber, o nome que falta nesse time, não veio até agora porque não tem o “perfil Traffic”.

Independente dos motivos, o fato é um só: Luxa chega ao que pode ser o seu “jogo do ano” longe da preparação ideal. E, nesse caso, a culpa não é em nada dele. O ano de sua redenção pode acabar antes mesmo de tar começado, e vai ser difícil culpar o treinador por isso.

A tendência, entretanto, é que mesmo pela metade, o Palmeiras passe adiante. E que, com isso, vejamos mais um bom ano de Luxemburgo. Nada vai fazer com que pare de assumir o mérito por coisas que não fez – como a suposta “recuperação de Lenny – e que deixe de admitir os erros que comete – como “queimar” Lenny em 2008 em favor de Denilson -, mas, para o futebol, é suficiente que volte a fazer o que sabe: montar bons times a partir de bons joogadores. O Palmeiras e o futebol brasileiro agradecerão.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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