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Fifa admite estudar recursos eletrônicos em partidas

A Fifa admitiu que estuda o uso de recursos eletrônicos para resolver dúvidas sobre a bola ter passado ou não a linha do gol, um dia após a final da Copa das Confederações, entre Brasil e Estados Unidos, após lance de Kaká que gerou dúvidas.

O goleiro norte-americano Tim Howard defendeu um chute do brasileiro, que aparentemente passou a linha do gol, mas a arbitragem não considerou o tento.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, informou nesta segunda-feira que, exclusivamente para dúvidas sobre este tipo de lance, ainda não se tem um procedimento efetivo, mas espera conhecer novos meios.

Questionado sobe o uso de tecnologia similar à aplicada no tênis, o Hawk-Eye, Blatter indicou que a principal dificuldade é que os lances da bola de tênis são analisados em uma só dimensão, e a de futebol, em três.

“Testaram o Hawk-Eye na segunda divisão inglesa e, apesar do uso de sete câmeras, as conclusões não eram seguras. Não se podia detectar que a bola havia entrado totalmente no gol”, afirmou o presidente da Fifa, acrescentando que o uso de chip dentro da bola também não era totalmente seguro.

“Sempre existirão erros, mas devemos deixar que o futebol os tenha, porque é um jogo humano”, continuou Blatter, que admite esperar estudos sobre novas tecnologias que atendam a essa necessidade.

“Falamos somente de casos de linha de gol, não de toda a área, nem de ver repetições pela televisão, ou de utilizar câmera lenta. Queremos manter a cara humana do futebol,” concluiu.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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