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Brasil em ascensão e Argentina sob desafio

Sob o comando de Mano Menezes, a Seleção Brasileira teve somente vitórias: três em jogos oficiais, nos amistosos contra Estados Unidos, Irã e Ucrânia, sem contar o triunfo num jogo-treino contra o time B do Barcelona. Quando se fala em confrontos contra a Argentina, o histórico recente é ainda melhor: nos últimos cinco anos, em cinco jogos, três vitórias brasileiras, contra uma dos arquirrivais e um empate. E esta história antiga terá um novo capítulo, quando as duas equipes se enfrentam, nesta quarta, em Doha, no Qatar.

Na equipe comandada por Mano, a principal atração do jogo é o retorno de Ronaldinho. Após um ano e sete meses, o meio-campista está de volta à Seleção. Em suas declarações, o jogador do Milan lamentou o fato de ter ficado de fora da Copa de 2010, e prometeu entusiasmo para tentar ir ao Mundial de 2014: “Fiquei fora da Copa e senti muita tristeza, mas tento transformar isso para o lado bom e espero estar bem para poder jogar a próxima Copa.”

E Ronaldinho deverá fazer parte da equipe titular para o jogo desta quarta, jogando no meio-campo. No ataque, Robinho e Neymar farão a dupla titular. Além do camisa 80 milanista, o atacante do Santos é a única novidade em relação à equipe que venceu a Ucrânia, que terá nove jogadores novamente presentes na partida contra os argentinos. Neymar aproveitou para declarar sua admiração pelo “novo” companheiro de Seleção: “Estar ao lado de um ídolo como o Ronaldinho não é fácil. Será uma grande emoção. Não dá nem para explicar isso. Espero que a gente se dê bem. Estou ansioso para conhecê-lo.”

Mano Menezes, por sua vez, elogiou um importante desfalque de sua equipe. Ainda se recuperando de uma operação no joelho, Paulo Henrique Ganso foi lembrado pelo técnico da Seleção, que até disse que o teria levado à Copa de 2010, em entrevista ao jornal “O Globo”: “Apesar de todas as dúvidas, teria convocado o Paulo Henrique Ganso. Ele poderia ter sido muito útil, não tinha ninguém com essas características no grupo que foi à África do Sul.”

Do lado da Argentina, para tentar se recuperar da derrota para o Japão, no último amistoso, o técnico Sergio Batista – agora efetivado no cargo – escalará a equipe num 4-3-3, mesmo esquema com que a Albiceleste venceu a Irlanda e a Espanha. Javier Pastore será escalado como principal armador, enquanto o ataque ficará a cargo de um trio, formado por Lionel Messi, Ángel di María e Gonzalo Higuaín. Tudo para tentar diminuir o impacto dos desfalques Carlos Tevez, Sergio Agüero e Diego Milito.

Bastante elogiado, por suas atuações no Palermo, Pastore comemorou a boa fase: “Fico tranquilo [com os elogios], eles me fazem sentir bem. Elogiar-me, dizer estas coisas, ainda mais no futebol europeu, é algo lindo, pois sempre sonhei jogar na Europa, mas nunca sonhei que essas coisas me acontecessem, que se falasse bem de mim.”

E Messi, por sua vez, esperou que o retrospecto negativo recente contra o Brasil acabasse, em entrevista ao site oficial da Fifa: “Lembro de quando ganhei as semifinais dos Jogos Olímpicos, em 2008, mas nunca consegui vencer o Brasil nos profissionais. Perdi a final da Copa América, na Venezuela, e já é hora de vencer pela primeira vez.”Sob o comando de Mano Menezes, a Seleção Brasileira teve somente vitórias: três em jogos oficiais, nos amistosos contra Estados Unidos, Irã e Ucrânia, sem contar o triunfo num jogo-treino contra o time B do Barcelona. Quando se fala em confrontos contra a Argentina, o histórico recente é ainda melhor: nos últimos cinco anos, em cinco jogos, três vitórias brasileiras, contra uma dos arquirrivais e um empate. E esta história antiga terá um novo capítulo, quando as duas equipes se enfrentam, nesta quarta, em Doha, no Catar.

Na equipe comandada por Mano, a principal atração do jogo é o retorno de Ronaldinho. Após um ano e sete meses, o meio-campista está de volta à Seleção. Em suas declarações, o jogador do Milan lamentou o fato de ter ficado de fora da Copa de 2010, e prometeu entusiasmo para tentar ir ao Mundial de 2014: “Fiquei fora da Copa e senti muita tristeza, mas tento transformar isso para o lado bom e espero estar bem para poder jogar a próxima Copa.”

E Ronaldinho deverá fazer parte da equipe titular para o jogo desta quarta, jogando no meio-campo. No ataque, Robinho e Neymar farão a dupla titular. Além do camisa 80 milanista, o atacante do Santos é a única novidade em relação à equipe que venceu a Ucrânia, que terá nove jogadores novamente presentes na partida contra os argentinos. Neymar aproveitou para declarar sua admiração pelo “novo” companheiro de Seleção: “Estar ao lado de um ídolo como o Ronaldinho não é fácil. Será uma grande emoção. Não dá nem para explicar isso. Espero que a gente se dê bem. Estou ansioso para conhecê-lo.”

Mano Menezes, por sua vez, elogiou um importante desfalque de sua equipe. Ainda se recuperando de uma operação no joelho, Paulo Henrique Ganso foi lembrado pelo técnico da Seleção, que até disse que o teria levado à Copa de 2010, em entrevista ao jornal “O Globo”: “Apesar de todas as dúvidas, teria convocado o Paulo Henrique Ganso. Ele poderia ter sido muito útil, não tinha ninguém com essas características no grupo que foi à África do Sul.”

Do lado da Argentina, para tentar se recuperar da derrota para o Japão, no último amistoso, o técnico Sergio Batista – agora efetivado no cargo – escalará a equipe num 4-3-3, mesmo esquema com que a Albiceleste venceu a Irlanda e a Espanha. Javier Pastore será escalado como principal armador, enquanto o ataque ficará a cargo de um trio, formado por Lionel Messi, Ángel di María e Gonzalo Higuaín. Tudo para tentar diminuir o impacto dos desfalques Carlos Tevez, Sergio Agüero e Diego Milito.

Bastante elogiado, por suas atuações no Palermo, Pastore comemorou a boa fase: “Fico tranquilo [com os elogios], eles me fazem sentir bem. Elogiar-me, dizer estas coisas, ainda mais no futebol europeu, é algo lindo, pois sempre sonhei jogar na Europa, mas nunca sonhei que essas coisas me acontecessem, que se falasse bem de mim.”

E Messi, por sua vez, esperou que o retrospecto negativo recente contra o Brasil acabasse, em entrevista ao site oficial da Fifa: “Lembro de quando ganhei as semifinais dos Jogos Olímpicos, em 2008, mas nunca consegui vencer o Brasil nos profissionais. Perdi a final da Copa América, na Venezuela, e já é hora de vencer pela primeira vez.”

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