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Tem que ser na emoção: Brasil (novamente) vira no fim e é tetracampeão mundial sub-17

A seleção brasileira sub-17 decidiu que seria com emoção. Na semifinal, contra a França, perdia por 2 a 1 até os 31 minutos do segundo tempo. Empatou e, depois, Lazaro marcou o gol da vitória nos minutos finais. Neste domingo, a decisão seguiu um roteiro parecido. O México ganhava, Kaio Jorge empatou de pênalti e, quando o tempo extra parecia inevitável, Lazaro, de novo, apareceu para garantir ao time da casa o seu quarto título mundial da categoria, repetindo os feitos de 1997, 1999 e 2003.

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O Brasil teve uma série de oportunidades para abrir o placar, sendo mais eficiente na sua posse de bola do que o México. Logo aos 14 minutos, Yan cruzou da direita e achou Gabriel Veron livre dentro da área. O jogador do Palmeiras, porém, perdeu um gol incrível ao chutar por cima.

Dois minutos depois, Kaio Jorge fez uma linda jogada pela esquerda e rolou para a entrada da área. Peglow pegou de primeira com tanta força que o travessão deve estar balançando até agora. Em seguida, Veron deu um caneta em Edgar Martínez e bateu com muito perigo de canhota.

O México chegava pouco. Seu grande mérito no Mundial Sub-17 foi a defesa, que, antes da final, havia sofrido apenas três gols em seis partidas – dois da Itália, um da Holanda, na semifinal. Mas o Brasil continuou criando oportunidades depois do intervalo. Peglow cruzou rasteiro da esquerda, e Kaio Jorge mandou por cima do gol de Eduardo García.

No entanto, aos 20 minutos, Eugenio Pizzuto foi ao fundo pela esquerda e cruzou na medida para González, entre dois marcadores do México, fazer contato com a bola e cabecear às redes: 1 a 0.

A virada contra a França, porém, seguia viva na memória dos garotos brasileiros, que mais uma vez correram, com sucesso, atrás do empate. Aos 35 minutos, a jogada foi construída pela direita e chegou a Lazaro, que bateu em cima da defesa. O rebote ficou com Cabral, na intermediária, e seu chute de primeira pegou no travessão.

No começo da jogada, porém, Jesus Gomez deu um carrinho em Veron. O árbitro italiano Andris Treimanis consultou o monitor ao lado do gramado e marcou o pênalti. Artilheiro brasileiro, Kaio Jorge teve calma para bater cruzado e igualar o placar.

Quando a prorrogação parecia inevitável, aos 48 minutos do segundo tempo, o Brasil conseguiu o gol do título. O mesmo Lazaro que havia arrancado a vaga na final das mãos da França fez o mesmo com o troféu em relação ao México. Yan cruzou da direita, e o jogador do Flamengo apareceu livre, dentro da área, para pegar de primeira e fazer do Brasil tetracampeão mundial sub-17.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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