Nem a “soldada” de Oscar salva a medíocre seleção de Hortência

Ainda no primeiro tempo do jogo contra a França, Oscar Schmidt passou pela cabine de imprensa. E falou bem de Erika. “É uma soldada, alguém que nunca abandona a seleção. Uma cavala, uma pivô forte e de boa técnica, que vai fazer a diferença”.
Seria maldade dizer que Oscar “secou” Ericka. Ela, que faz 13 pontos e dois rebotes no primeiro tempo, decaiu muito e terminou com 17 pontos e quatro rebotes. Karla, que fez 8 pontos no primeiro tempo, marcou apenas cinco no segundo.
O time todo decaiu muito, mostrou um cansaço surpreendente, perdeu bolas incríveis, mostrou desatençao e conseguiu fazer um terceiro quarto com todos os erros possíveis. Perdeu por 21 a 9. Doze pontos de diferença, que influenciaram totalmente no placar final, de 73 a 58.
Um vexame brasileiro. Rússia e Austrália são bem mais fortes e contra elas é derrota certa. O time precisa vencer Canadá e Grã Bretanha para chegar na segunda fase. E enfrentar os Estados Unidos. Poderia, então, lutar por um lugar entre o quinto e o oitavo. Seria um pouco menos feio. Basta lembrar que em Pequim o Brasil terminou em 11º.
Bons tempos de Hortência jogadora. Maus tempos de Hortência diretora.



