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Monterrey

Club de Fútbol Monterrey
Estádio:
Tecnológico de Monterrey (32.854 lugares)
Fundação: 1945
Títulos: 1 Liga dos Campeões da Concacaf, 1 Recopa da Concacaf, 4 Campeonatos Mexicanos, 1 Copa do México
Grandes nomes da história: Jesús Arellano, Guillermo Franco, Francisco Cruz, Mario “Bahia” Mota.

Como chegou lá
Após conquistar o Apertura em 2010, o Monterrey passou como um trator pela fase de grupos da Concachampions. Contra Saprissa, Marathón e Seattle Sounders, foram cinco vitórias e apenas um empate, que colocaram o time na liderança da chave. Daí em diante, o caminho até a final só contaria com conterrâneos. Foram dois triunfos sobre o Toluca, além de uma vitória em casa e um empate fora com o Cruz Azul nas semifinais. Diante do Real Salt Lake na final, os rayados sofreram a igualdade em casa já no fim, mas buscaram a vitória nos Estados Unidos graças a gol solitário de Humberto Suazo.

Plano de jogo
O técnico Víctor Vucetich costuma utilizar uma formação 4-4-2 simples. Com laterais mais fixos, o mexicano aproveita para liberar os meias abertos pelas pontas, Neri Cardozo e César Delgado, bem como Walter Ayoví, jogando mais centralizado. Ao lado de Suazo, o quarteto centraliza a capacidade técnica da equipe. Contudo, a versatilidade de seus jogadores permite que Vucetich também varie a formação para um 3-4-3, com Delgado ganhando liberdade no ataque, Ayoví ocupando a ala esquerda e Cardozo centralizado na armação.

Quem pode complicar
Em um elenco com fartas opções ofensivas, ninguém se sobrepõe ao centroavante Humberto Suazo. O jogador da seleção chilena é a principal referência ofensiva do time e seus gols já o colocaram na história do clube – é o segundo maior goleador em campeonatos nacionais, com 70 gols. Decisivo, marcou três gols nos últimos três jogos da Concachampions, liderando o time rumo à conquista.

Quem pode se complicar
Apesar da qualidade no ataque, a defesa dos rayados foi o ponto fraco durante a campanha medíocre no Apertura 2011 – o clube não ficou nem entre os oito primeiros, que se classificaram para as quartas de final. No jogo que selou a eliminação, goleada por 4 a 0 para o Pachuca, em noite infeliz do zagueiro argentino José María Basanta, ex-Estudiantes.

Curiosidade
Em 14 de setembro de 1945, o ônibus em que o time viajava antes de uma partida começou a pegar fogo durante o abastecimento, enquanto os jogadores dormiam. Boa parte do elenco teve queimaduras graves e, meses depois, dois jogadores faleceram, em decorrência das queimaduras sofridas. Em solidariedade ao clube, os rivais cederam alguns atletas ao clube, mas, com problemas financeiros, os rayados paralisaram suas atividades entre 1946 e 1952.

Se fosse um personagem do Guerra nas Estrelas, seria…
…LANDO CALRISSIAN. Nunca se sabe se ele está lá para ajudar ou atrapalhar. E só se descobre suas reais intenções na hora do bicho pegar.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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