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Judô cumpre previsões. E outros favoritos vão caindo

Ney Wilson, responsável pelo judô brasileiro, estava feliz com as tres metas conseguidas em Londres:

1) Superar o número de medlhas em uma competição, que era de três, em Pequim. Foram quatro.

2) Conseguir uma medalha de ouro: ela veio com Sarah Menezes

3) Fazer uma final feminina: ela veio com Sarah

Para 2016, a meta é uma só. E ambiciosa. Ney planeja que o Brasil seja o vencedor no quadro de medalhas do judô. Nao é fácil, aqui perdemos para Cuba, por exemplo, que teve um ouro e duas pratas.

Em outras competições, os favoritos vão caindo. Favoritos de quem? De nós mesmos, como sempre. A cada quatro anos, criamos tabelas e recorremos a uma intimidade que nã existe para falar das possibilidades do Cesão, da Fabiana , do Felipão. O pachequismo aflora e a decepção aparece.

Cielo foi bronze. Fabiana nem chegou na final. Mayra foi bronze.

O que fazer? Acreditar que bronze é muito bom. E deixar que o patriotismo exacerbado, inimigo de previsões, para lá.

Foto de Anderson Santos

Anderson Santos

Membro do Na Bancada, professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), doutorando em Comunicação na Universidade de Brasília (UnB) e autor do livro “Os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol” (Appris, 2019).

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