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Em busca da sensibilidade perfeita: novidade da Phantom GT, da Nike, é a textura

O momento em que a bola toca a chuteira do jogador, seja para recebê-la ou para afastá-la, foi o principal foco da Nike no desenvolvimento da sua nova chuteira, a Phantom GT. A sigla significa “textura geradora” e, segundo a empresa americana, a pesquisa atingiu o objetivo de equilibrar firmeza e sensibilidade para “impulsionar as habilidades criativas” dos atletas.

A análise se aprofundou em todos os ângulos e intensidades com os quais a bola bate na chuteira durante um jogo, com mapas de pressão e pontos de dados, para gerar os dados usados para chegar ao que a Nike considera uma textura “nova, útil e inovadora”.

Foram dois anos de desenvolvimento testando configurações diferentes para chegar à textura ideal, que foi moldada diretamente na parte superior da chuteira em vez de ser fixada em cima de uma camada adicional. Ajuda no conforto e na maleabilidade e o calçado pode ser ajustado a todos os tamanhos.

Há novidades também na parte inferior, projetada para ser mais rígida no calcanhar, favorecendo a estabilidade. Na frente, o desenho buscou ajudar na mudança rápida de direção. As travas têm um formato cônico partido ao meio, justamente para isso, e são distribuídas em ziguezague.

O calcanhar, aliás, pode ser dobrado para baixo, o que facilita na hora de calçar e descalçar a chuteira, presa com uma tira que a envolve, em vez de cadarços.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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