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Camarões não deu sinais animadores, com derrota no amistoso contra o Uzbequistão

Camarões está no mesmo grupo do Brasil e perdeu do Uzbequistão no duelo realizado na Coreia do Sul

A seleção de Camarões fez uma boa campanha na Copa Africana de Nações, superou Costa do Marfim na fase de grupos das Eliminatórias e ainda se classificou em cima da Argélia num duelo maluco na fase final. Mesmo assim, não é uma equipe que transmita tanta confiança e se mostra a mais frágil no grupo do Brasil. Tal impressão se reforçou nesta sexta, com a derrota no amistoso contra o Uzbequistão – adversário que perdeu relevância na Ásia durante os últimos anos. Os uzbeques ganharam por 2 a 0 na Coreia do Sul.

O técnico Rigobert Song escalou Camarões num 3-4-3. Contou com destaques da equipe como André Onana, Nicolas N’Koulou, Nicolas Ngamaleu e Vincent Aboubakar. Porém, também aproveitou a oportunidade para promover testes. Bryan Mbeumo e Olivier Ntcham eram interessantes titulares que faziam suas estreias pelos Leões Indomáveis, ao optarem pela seleção no nível adulto, após defenderem a França na base. Ajudavam a suprir a ausência de Karl Toko Ekambi, principal desfalque da jornada.

Apesar dos destaques, Camarões dependeu de Onana para evitar o primeiro gol do Uzbequistão nos minutos iniciais. Ainda assim, o placar foi aberto aos 21, num cruzamento de Eldor Shomurodov para a conclusão de Khozhimat Erkinov. Os asiáticos permaneciam mais agressivos e as chances de empate dos camaroneses não eram tão claras quanto as do segundo tento. O placar foi concluído aos 31 da etapa final, em assistência de Rustam Ashurmatov e conclusão de Abdulla Abdullaev.

Camarões permanecerá na Coreia do Sul e pegará a seleção da casa no próximo amistoso, marcado para a terça-feira. Os Leões Indomáveis serão o terceiro compromisso do Brasil no Grupo G. Antes, encaram Suíça e Sérvia no Mundial.

Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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