Mundial de Clubes

Jogadores do City fazem piada por briga com Felipe Melo e viram ‘seguranças’ de Grealish; assista

Felipe Melo e Grealish se estranharam, ainda em campo, após City vencer o Fluminense na final do Mundial de Clubes

O Manchester City está em festa. Por mais que o título do Mundial de Clubes não seja o mais cobiçado por europeus e, principalmente, ingleses, os jogadores dos Citizens na Arábia Saudita comemoraram bastante a conquista inédita, obtida após goleada por 4 a 0 sobre o Fluminense nesta sexta-feira (22).

Chamou atenção que, logo após o apito final, houve uma confusão envolvendo o volante Felipe Melo, do Fluminense, em alguns jogadores do City como o lateral Kyle Walker e, principalmente, o meia-atacante Jack Grealish. Segundo alguns jogadores do Flu, o meio-campista inglês teria provocado os jogadores do time brasileiro com gritos de olé.

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— Eu acho que o Grealish foi muito mal, na hora do quarto gol ele começou a falar olé, a zoar a gente, acho que isso fala mais do espírito esportivo, as vezes ganha, as vezes perde, e você tem que ser homem a todo momento, acho que faltou isso, não se faz o que ele fez. Não caiu bem no Felipe, você sabe o temperamento dele, e por isso a confusão no final — explicou Jhon Árias, ainda no campo.

Na zona mista, piada com a briga e ‘seguranças' para Grealish

Enquanto o goleiro brasileiro Ederson falava na zona mista, chamou atenção que Grealish passou por trás sendo ‘escoltado' por jogadores do City, entre eles o atacante norueguês Erling Haaland, que sequer atuou no Mundial de Clubes. Assista ao vídeo gravado pela repórter Aline Nastari, da TNT Sports.

Felipe Melo justifica briga com Grealish

Conhecido por seu temperamento esquentado, Felipe Melo se justificou pela briga com o jogador inglês do Manchester City e disse ter ido defender um companheiro. No caso, seria o volante Martinelli, que segundo ele foi atacado antes por Grealish.

— Quando acabou o jogo, ele [Grealish] foi para cima do Martinelli. Ele escolheu um pequenininho, estava passando o Martinelli e vi eles falando testa com testa, aí fui para cima dele. Eu o empurrei, o Walker me empurrou também. Fui defender um companheiro. O que fiz, que foi defender meus companheiros e minha instituição, farei para sempre. Ninguém vai faltar respeito com a instituição que trabalho e com meus atletas. Ninguém vai cantar de galo — explicou Melo.

Questionado se a situação fosse a inversa, o volante do Fluminense deixou claro que “puxaria a orelha” de qualquer companheiro, em qualquer time que estivesse, se visse ele provocando um adversário de tal maneira após uma final:

— Se algum time que eu estiver jogando, neste caso é o Fluminense — e espero que seja até o fim da minha carreira —, faltar respeito quando estiver vencendo, vou ser o primeiro a puxar a orelha. O mínimo que temos que fazer é respeitar nossos rivais, porque também são atletas que estão buscando o resultado positivo — finalizou Melo.

Foto de Caio Blois

Caio Blois

Caio Blois nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e se formou em Jornalismo na UFRJ em 2017. É pós-graduado em Comunicação e cursa mestrado em Gestão do Desporto na Universidade de Lisboa. Antes de escrever para Trivela, passou por O Globo, UOL, O Estado de S. Paulo, GE, ESPN Brasil e TNT Sports.
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