Mundial de Clubes

‘Pelé colombiano’: Arias dá trabalho ao Dortmund e chama atenção da imprensa europeia

Meia colombiano foi eleito o melhor jogador da estreia do Fluminense no Mundial de Clubes

O Fluminense estreou no Mundial de Clubes da Fifa nesta terça-feira (17), enfrentando o Borussia Dortmund, no MetLife Stadium, em Nova York. Jhon Arias foi o principal nome do jogo, que terminou empatado sem gols.

O meia do Tricolor das Laranjeiras foi amplamente elogiado nas redes sociais, por torcedores de ambas as equipes e neutros, e pela imprensa alemã. Foi, inclusive, chamado de “Pelé colombiano“.

A repercussão de Arias em Fluminense x Dortmund pelo Mundial

Arias foi o jogador que mais tocou na bola no time brasileiro: 80 vezes, incluindo 94% de precisão nos passes. Foi impactante em todas as áreas do campo, criando, finalizando e até mesmo defensivamente: teve 15 duelos e venceu sete deles.

O desempenho não passou despercebido. Eduardo Burgos, repórter do jornal espanhol “As”, o comparou ao Rei do futebol ao dizer que o meia do Flu é um dos principais jogadores de todo o Brasil.

“Jhon Arias é um dos melhores jogadores do Brasil. Ele deixou todo o Dortmund completamente louco. O ‘Pelé colombiano’ dando um recital. No contra-ataque, saindo por trás… organizador total desta equipe”.

Curiosamente, Nico Kovac, treinador do Borussia Dortmund, havia afirmado que não conhecia Arias antes do confronto entre as equipes no Mundial — o que também gerou provocações nas redes sociais.

Torcedores colombianos, inclusive, lembraram da boa atuação de Richard Rios na estreia do Palmeiras diante do Porto. “Arias e Rios não estão em um grande clube da Europa só por conta da nacionalidade”, disse um deles.

O colombiano também foi eleito o melhor jogador em campo na votação oficial da Fifa. E não só o camisa 21, como todo o time do Fluminense foi elogiado durante e depois da partida.

Foto de Guilherme Ramos

Guilherme RamosRedator

Jornalista pela UNESP. Vencedor do prêmio ACEESP de melhor matéria escrita de 2025. Escreveu um livro sobre tática no futebol e, na Trivela, escreve sobre futebol nacional, internacional e de seleções.

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