Eliminatórias da CopaMéxico

Agora é pra valer

Nessa quarta, tem início a quarta e decisiva fase das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 na América do Norte e Central. A Concacaf conta com três vagas e meia para o Mundial. Explica-se: além das três vagas diretas, uma quarta será disputada em uma repescagem contra o vencedor do qualificatório da Oceania, no qual Nova Zelândia e Nova Caledônia ainda estão na disputa.

O formato é simples. Todos contra todos em turno e returno, com os três primeiros se garantindo na Copa e o quarto indo para a repescagem. As partidas serão todas disputadas em 2013, com a sexta e última rodada agendada para o dia 15 de outubro. As goleadas e o baixo nível técnico, constantes nas fases anteriores, certamente diminuirão, mas o favoritismo é até uma certa dose de previsibilidade ainda se fazem presentes. Confira abaixo o que esperar de cada uma das seleções que brigam para estar no Brasil em 2014:

COSTA RICA

Participações em Copas do Mundo: 3 (1990 e 2002-06)

Melhor campanha em Eliminatórias: 1ª colocada nas Eliminatórias de 1990 e 2002

Federação: Federação Costarriquenha de Futebol (FEDEFUTBOL)

Site: www.fedefutbol.com

Estádio: Nacional de Costa Rica, em San José (35.175 torcedores)

Principais Títulos: 3 Campeonatos da Concacaf (1963, 1969 e 1989), 7 Copas Centro-americanas (1991, 1997, 1999, 2003, 2005, 2007 e 2013), 7 Copas CCCF (1941, 1946, 1948, 1953, 1955, 1960 e 1961), 1 medalha de ouro nos Jogos Centro-americanos e do Caribe (1993) e 1 medalha de ouro nos Jogos Centro-americanos (1997)

Campanha nas Eliminatórias: 2ª colocada no grupo B da 3ª fase (10 pontos, 6 jogos, 3 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 14 gols marcados e 5 gols sofridos)

Técnico: Jorge Luis Pinto-COL

Artilheiro: Álvaro Saborío (6 gols)

Destaque: Bryan Ruiz (A)

Fique de olho: Bryan Oviedo (LE)

Time-base: Keylor Navas, José Salvatierra, Míchael Umaña, Rodney Wallace e Bryan Oviedo; Giancarlo González, Celso Borges e Michael Barrantes; Bryan Ruiz, Joel Campbell (Randall Brenes) e Álvaro Saborío

Expectativa: 3ª vaga direta para a Copa do Mundo

Cotação Trivela: «««

O vexame de ter ficado fora da última Copa ao perder a vaga direta para Honduras após um gol sofrido aos 49 minutos do segundo tempo, e ser superado pelo Uruguai na repescagem, impulsionou o processo de renovação da ótima geração que levou os Ticos a dois mundiais consecutivos, mas que, já envelhecida, eclipsava o surgimento das novas promessas. O elenco comandado pelo colombiano Jorge Luis Pinto, com fama de vencedor pelos clubes costarriquenhos, combina jovens jogadores se firmando em ligas importantes (o lateral/ala Oviedo e o capitão Ruiz na Premier League e o goleiro Navas e Campbell na Liga Espanhola) com veteranos que ainda possuem destaque no futebol norte-americano, e não vivem apenas da fama do passado.

Com um início fraco nas Eliminatórias, a Sele passou a impressão de que poderia amargar uma ainda mais vexatória queda já na terceira fase do qualificatório, mas se recuperou a tempo de garantir o bilhete para o hexagonal. Principal força do futebol centro-americano, o grupo tem experiência e talento para garantir sem muitos sustos a terceira vaga da região para o Mundial, muito graças ao despreparo e nível baixo dos rivais, mas sonhar com a repetição da liderança do hexagonal, tal qual em 2002, é algo ainda muito distante para o elenco atual.

HONDURAS

Participações em Copas do Mundo: 2 (1982 e 2010)

Melhor campanha em Eliminatórias: 1ª colocada nas Eliminatórias de 1982

Federação: Federação Nacional Autônoma de Futebol de Honduras (FENAFUTH)

Site: fenafuth.org

Estádio: Olímpico Metropolitano, em San Pedro Sula (45.325 torcedores)

Principais Títulos: 1 Campeonato da Concacaf (1981), 3 Copas Centro-americanas (1993, 1995 e 2011) e 2 medalhas de ouro nos Jogos Centro-americanos (1990 e 1994)

Campanha nas Eliminatórias: 1ª colocada no grupo C da 3ª fase (11 pontos, 6 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 12 gols marcados e 3 gols sofridos)

Técnico: Luis Fernando Suárez-COL

Artilheiro: Jerry Bengtson (5 gols)

Destaque: Maynor Figueroa (Z)

Fique de olho: Andy Najar (M)

Time-base: Noel Valladares, Brayan Beckeles, Víctor Bernárdez, Maynor Figueroa e Juan Carlos García; Jorge Claros, Roger Espinoza, Mario Martínez e Óscar Boniek García; Carlo Costly e Jerry Bengtson

Expectativa: 3ª vaga direta para a Copa do Mundo

Cotação Trivela: «««

Os Catrachos não querem repetir o hiato de quase três décadas sem disputar o Mundial. E para alcançar sua segunda Copa do Mundo consecutiva, o treinador colombiano Luis Fernando Suárez decidiu apostar na mescla da experiência de atletas que estiveram em campos sul-africanos com a ótima geração que começa a surgir no país. O problema é que o talento da atual geração é algo ainda a ser comprovado, enquanto os principais nomes de 2010 estão visivelmente em declínio: o atacante Suazo está sem clube desde junho, quando rescindiu seu contrato com o Catania (ITA), enquanto o meia Palacios pouco atuou no Stoke City (ING), em virtude de uma séria lesão no joelho.

Por conta disso, Suárez foi forçado a apostar em nomes ainda desconhecidos no cenário internacional ou atletas de clubes hondurenhos com pouca rodagem pela Bicolor e sofreu para garantir a vaga em um grupo tecnicamente fraco, sendo superado por Panamá e precisando de uma vitória a qualquer custo na rodada derradeira contra o Canadá, ainda que o triunfo tenha vindo com um incontestável 8×1. O porto seguro do grupo reside no goleiro Valladares, no zagueiro Figueroa e no atacante Costly, remanescentes de 2010, além do oportunista Jerry Bengtson, do New England Revolution (EUA). É pouco para fazer frente aos favoritos México e estados Unidos, mas suficiente para garantir um bilhete para repescagem ou, quem sabe, beliscar o terceiro posto.

JAMAICA

Participações em Copas do Mundo: 1 (1998)

Melhor campanha em Eliminatórias: 3ª colocada nas Eliminatórias de 1998

Federação: Federação de Futebol da Jamaica (JFF)

Site: www.jamaicafootballfederation.com

Estádio: Independence Park, em Kingston (35.000 torcedores)

Principais Títulos: 5 Copas do Caribe (1991, 1998, 2005, 2008 e 2010)

Campanha nas Eliminatórias: 2ª colocada no grupo A da 3ª fase (10 pontos, 6 jogos, 3 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 9 gols marcados e 6 gols sofridos)

Técnico: Theodore Whitmore

Artilheiro: Demar Phillips, Dane Richards e Luton Shelton (2 gols)

Destaque: Ryan Johnson (A)

Fique de olho: Adrian Mariappa (Z)

Time-base: Dwayne Miller, Nyron Nosworthy, Adrian Mariappa e Jermaine Taylor; Rodolph Austin, Jason Morrison, Omar Daley, Demar Phillips e Dane Richards; Tremaine Stewart e Ryan Johnson

Expectativa: 4ª vaga para os playoffs contra o vencedor da Oceania

Cotação Trivela: «

Esperava-se que os jamaicanos brigassem palmo a palmo com os guatemaltecos pela segunda vaga do grupo que contava também com os Estados Unidos e foi exatamente isso o que se viu. Ainda que tenha surpreendido os ianques com uma vitória em casa, os Reggae Boyz lembram muito pouco daquele time que encantou e empolgou com o passe para o Mundial de 1998 e não parecem ter potencial para ir muito adiante na briga por uma vaga em 2014. Membro do elenco que participou da Copa na França, o agora técnico Whitmore enfrenta uma dificuldade clássica na maior parte dos selecionados caribenhos: a falta de rodagem internacional de grande parte de seus jogadores.

Ainda que aposte numa base formada quase que exclusivamente por atletas que atuam em ligas europeias, a maior parte do grupo é formada por jogadores que defendem clubes de ligas tecnicamente mais fracas, como a norueguesa, ou são reservas em clubes menores da Inglaterra e/ou Reino Unido. Ryan Johnson, recém-comprado pelo Portland Timbers (EUA), é a exceção, alcançando destaque na Major League Soccer. Mas ainda é pouco, e o único representante caribenho no hexagonal está mais cotado para brigar contra a lanterna do que por uma das vagas à Copa.

MÉXICO

Participações em Copas do Mundo: 14 (1930, 1950-70, 1978, 1986 e 1994-2010)

Melhor campanha em Eliminatórias: 1ª colocada nas Eliminatórias de 1950, 1954, 1958, 1962, 1966, 1978, 1994 e 1998

Federação: Federação Mexicana de Futebol (FEMEXFUT)

Site: www.femexfut.org.mx

Estádio: Azteca, na Cidade do México (105.064 torcedores)

Principais Títulos: 1 Copa das Confederações (1999), 6 Copas Ouro da Concacaf (1993, 1996, 1998, 2003, 2009 e 2011), 3 Campeonatos da Concacaf (1965, 1971 e 1977), 3 Copas das Nações Norte-Americanas (1947, 1949 e 1991), 4 medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos (1967, 1975, 1999 e 2011) e 5 medalhas de ouro nos Jogos Centro-americanos e do Caribe (1935, 1938, 1959, 1966 e 1990)

Campanha nas Eliminatórias: 1ª colocada no grupo B da 3ª fase (18 pontos, 6 jogos, 6 vitórias, 15 gols marcados e 2 gols sofridos)

Técnico: José Manuel de la Torre

Artilheiro: Javier Hernández (3 gols)

Destaque: Javier Hernández (A)

Fique de olho: Diego Reyes (Z)

Time-base: Jesús Corona, Severo Meza, Francisco Rodríguez, Héctor Moreno e Jorge Torres; Carlos Salcido, Javier Aquino, Andrés Guardado e Marco Fabián (Giovani dos Santos); Javier Hernández e Oribe Peralta (Ángel Reyna)

Expectativa: vaga direta para a Copa do Mundo e liderança do hexagonal

Cotação Trivela: «««««

Dominante a nível continental, a Tricolor mexicana há alguns anos não encontra oposição regional. Uma amostra dessa superioridade foi dada com a campanha perfeita na terceira fase, com 100% de aproveitamento em seis partidas, o melhor ataque e a melhor defesa das Eliminatórias da Concacaf. Favorito absoluto, o México não deve enfrentar muitas dificuldades para liderar o hexagonal final e alcançar seu sexto Mundial consecutivo. Até por isso a verdadeira batalha dos aztecas deve ser travada nos níveis mais altos, já que nos dois últimos qualificatórios a seleção não terminou com a liderança da disputa.

O grupo comandado por Jose Manuel de la Torre parece disposto e pronto para mudar isso. “Chepo”, aliás, foi um dos responsáveis por essa afirmação azteca na região. Desde que assumiu a Tri, em outubro de 2010, ele definiu um esquema tático, tornou-se unanimidade na imprensa e no meio esportivo local e pôs fim a um instável rodízio no comando técnico da seleção mexicana, obtendo um excelente aproveitamento de mais de 75% dos pontos, algo que não era visto há mais de 20 anos. Sob sua batuta, jovens como Torres, Moreno, Guardado, Dos Santos e “Chicharito” se firmaram definitivamente, enquanto velhas referências como Corona, “Maza” Rodríguez e Salcido assumiram papeis de pilares do grupo. A classificação não sofre muitas ameaças, mas o verdadeiro desafio de De la Torre será preparar o elenco para a afirmação nos duelos extracontinentais, um passo que os aztecas parecem prontos a dar.

PANAMÁ

Participações em Copas do Mundo: nunca participou

Melhor campanha em Eliminatórias: 6ª colocada nas Eliminatórias de 2006

Federação: Federação Panamenha de Futebol (FEPAFUT)

Site: www.fepafut.com

Estádio: Rommel Fernández, na Cidade do Panamá (34.200 torcedores)

Principais Títulos: 1 Copa Centro-americana (2009), 1 Copa CCCF (1951) e 1 medalha de ouro nos Jogos Centro-americanos (1973)

Campanha nas Eliminatórias: 1ª colocada no grupo C da 2ª fase e 2ª colocada no grupo C da 3ª fase (23 pontos, 10 jogos, 7 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 21 gols marcados e 4 gols sofridos)

Técnico: Julio Dely Valdés

Artilheiro: Blas Pérez (9 gols)

Destaque: Felipe Baloy (Z)

Fique de olho: Rolando Blackburn (A)

Time-base: Jaime Penedo, Felipe Baloy, Román Torres, Luis Henríquez e Carlos Gabriel Rodríguez; Aníbal Godoy, Amílcar Henríquez, Gabriel Gómez e Armando Cooper; Rolando Blackburn (Luis Rentería) e Blas Pérez

Expectativa: 4ª vaga para os playoffs contra o vencedor da Oceania

Cotação Trivela: ««

Único time vindo desde a segunda fase da competição a alcançar o hexagonal decisivo e único dos países ainda vivos na disputa a nunca ter disputado um Mundial, os panamenhos querem surpreender. E têm algum potencial, ainda que não para tanto. Os Canaleros mantiveram campanha perfeita em seu grupo na segunda fase sem grandes dificuldades. Na terceira fase, superaram os instáveis canadenses e só não terminaram com a liderança do grupo C por um tropeço contra a fraquíssima seleção cubana na última rodada. Os panamenhos, aliás, seguem numa evolução constante, alcançando a final da Copa Ouro em 2005 e a semifinal da edição de 2011, além do inédito título da Copa Centro-americana de 2009.

Ídolo como jogador, o agora técnico Julio Dely Valdés ainda enfrenta a dificuldade de contar com poucos atletas atuando fora do país, que possui uma liga de baixo nível técnico, inferior até mesmo às dos rivais centro-americanos. Para complicar, os desfalques do atacante Luis Tejada, maior artilheiro da história da seleção panamenha e barrado pelos médicos do Toluca (MEX), seu clube atual, e do meia Alberto Quintero, podem pesar muito no importante confronto frente à Costa Rica. Sem eles, a importância do goleador atacante Blas Pérez, do Dallas (EUA), e do zagueiro e capitão Felipe Baloy, conhecido dos brasileiros por sua passagem por Grêmio e Atlético Paranaense, aumenta. A vaga ainda parece um objetivo distante, mas brigar pela repescagem ou até mesmo dar competitividade e experiência visando o ciclo de 2018 pode ser viável para uma seleção que quer seguir evoluindo.

ESTADOS UNIDOS

Participações em Copas do Mundo: 9 (1930-34, 1950 e 1990-2010)

Melhor campanha em Eliminatórias: 1ª colocada nas Eliminatórias de 1934, 2006 e 2010

Federação: Federação de Futebol dos Estados Unidos (USS)

Site: www.ussoccer.com

Estádio: usa o sistema de rodízio, passando por vários estádios. O primeiro a ser utilizado será o Dick’s Sporting Goods Park, em Commerce City (18.086 torcedores)

Principais Títulos: 4 Copas Ouro da Concacaf (1991, 2002, 2005 e 2007) e 1 medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos (1991)

Campanha nas Eliminatórias: 1ª colocada no grupo A da 3ª fase (18 pontos, 6 jogos, 4 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 11 gols marcados e 6 gols sofridos)

Técnico: Jürgen Klinsmann-ALE

Artilheiro: Clint Dempsey (5 gols)

Destaque: Landon Donovan (A)

Fique de olho: Juan Agudelo (A)

Time-base: Tim Howard, Steven Cherundolo, Carlos Bocanegra, Clarence Goodson e Geoff Cameron; Jermaine Jones, Maurice Edu, Michael Bradley e Clint Dempsey; Hérculez Gómez e Jozy Altidore

Expectativa: vaga direta para a Copa do Mundo e liderança do hexagonal

Cotação Trivela: ««««

Único rival capaz de fazer frente aos mexicanos, os norte-americanos até conseguem obter campanhas melhores em torneios internacionais (as recentes edições da Copa do Mundo e da Copa das Confederações provam isso), mas os ianques ainda sentem enormes dificuldades ao enfrentar os vizinhos do sul em torneios continentais, seja em competições de clubes, seja em competições por seleções. De qualquer maneira, o Team USA ostenta atualmente a maior marca de participações consecutivas em Mundiais entre as seleções da Concacaf e não deve ter dificuldade para garantir a sétima.

Sob o comando do ex-atacante alemão Klinsmann, que encerrou sua carreira no país, o grupo parece definido, apostando em nomes promissores da liga nacional (MLS) e jogadores consagrados a nível europeu. O objetivo maior, após os anos sob a direção de Bruce Arena e Bob Bradley, é rejuvenescer os Yanks, mas sem colocar em risco a tranquilidade na hora de garantir a vaga para a Copa do Mundo. Até por que perder para os aztecas ainda é aceitável, mas brecar a evolução econômica e técnica do esporte no país com uma improvável ausência da mais importante competição não.

Curtas

– Seleção da 5ª rodada Trivela: Oswaldo Sánchez (Santos), Paul Aguilar (América), Paulo da Silva (Pachuca), Felipe Baloy (Santos) e Daniel Arreola (Pachuca); Cristian Maidana (Atlante), Lucas Lobos (Tigres) e Christian Suárez (Pachuca); Mariano Pavone (Cruz Azul), Esteban Paredes (Atlante) e Raúl Jiménez (América); T: Tomás Boy (Atlas);

Costa Rica

– Com uma boa vitória sobre o Herediano, fora de casa, o Cartaginés manteve os 100% de aproveitamento e disparou na ponta do Campeonato de Verano da Primera División, com 12 pontos em 4 partidas.O Deportivo Saprissa contou com dois gols do meia Diego Madrigal para virar sobre o Uruguay, em casa, e alcançar a vice-liderança, com 7 pontos, mesmo número do San Carlos, que não passou de um empate sem gols frente ao Puntarenas;

– Atual campeã, a Alajuelense continua em má fase. No último fim de semana, os Manudos foram derrotados pelo Deportiva Carmelita, em uma exibição de gala do zagueiro Eduardo Gómez, autor de um hattrick que deu a vitória ao seu time por 3×1 e jogou o clube de Alajuela na lanterna, com apenas 1 ponto somado em três partidas;

El Salvador

– Na rodada inaugural do Clausura da Liga Mayor, o Clássico Nacional opôs FAS e Águila, os dois maiores campeões nacionais. Melhor para os Santanecos, que contaram com um gol do veterano atacante argentino Alejandro Bentos para obter seu primeiro triunfo na competição;

– Atual campeão, o Isidro Metapán também estreou com o pé direito, superando o Atlético Marte pelo placar mínimo. Assim, Isidro Metapán e FAS dividem a liderança com Luis Ángel Firpo e Santa Tecla, que também venceram em suas estreias;

Guatemala

– Com dois gols do meia Jairo Arreola, o Comunicaciones venceu sua segunda partida na Liga Nacional, manteve os 100% de aproveitamento e, mesmo com uma partida a menos que seus rivais, lidera o Clausura com 6 pontos em 2 jogos, graças ao saldo de gols;

– Também com seis pontos, mas em três partidas disputadas, Heredia, Suchitepéquez e Halcones venceram seus duelos e dividem a ponta com os Merengues;

Honduras

– Fim do encanto. Com duas derrotas na última semana, para Marathón e Victoria, o Olímpia viu findar sua larga série de triunfos que se mantinha desde o Apertura e caiu para a 5ª posição do Clausura, com 6 pontos em quatro partidas;

– A liderança da Liga Nacional agora é sustentada por Real Sociedad, que empatou seus dois jogos na semana, e Victoria, atual vice-campeão nacional, ambos com 8 pontos em 4 partidas;

Panamá

– O San Francisco superou o San Miguelito por 2×1 e retomou a liderança do Clausura da Liga Panamenha, com 12 pontos em 5 partidas. Com 9 pontos e dividindo a vice-liderança, aparecem Río Abajo e Tauro, seguidos pelo Plaza Amador, com 8 pontos conquistados.

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