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Dinheiro é o que não falta

Há um clube de novos ricos no futebol mundial. Aliás, essa expressão “novos ricos” tem tomado cada vez mais campeonatos mundo afora. Dois representantes, entre outros, dessa nova classe estão na Liga dos Campeões com status diferentes. O Paris Saint-Germain é visto por muitos como um dos favoritos ao título, algo que ainda está longe de acontecer para mim. Já o Shakhtar Donetsk tem a simpatia de muitos, por conta de sua política de contratações pró-brasileiros.

Nesta segunda-feira, no programa Futebol no Mundo, da Rádio Estadão ESPN, conversei com Nenê, meia do PSG, e Willian, jogador do time ucraniano. Os dois foram os destaques de suas equipes na última temporada e se preparam para as estreias, nesta semana, contra Dynamo Kiev e Nordsjaelland.

O time francês, agora milionário por conta da grana que vem do Qatar, gastou 147 milhões de euros em reforços na última janela de transferências, o que o coloca no topo do ranking dos gastadores. O Shakhtar, de Rinat Akhmetov (39o na lista da Forbes dos mais ricos do mundo) desembolsou apenas cinco milhões, com a chegada de Marko Devic.

E nesse contexto, tanto Nenê como Willian receberam propostas para deixar seus clubes. Ambos queriam, mas não saíram. Nos áudios abaixo, eles falam sobre isso e a expectativa de Paris Saint-Germain e Shakhtar Donetsk na Champions League.

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