Itália

A única diferença entre a comemoração do Inzaghi jogador e técnico é o terno

Era muito difícil não sentir simpatia por Filippo Inzaghi quando o atacante marcava um gol (obviamente, se você não fosse torcedor do time adversário). Ele não tinha nenhuma coreografia planejada, nenhum tipo de comemoração ensaiada. Simplesmente disparava para qualquer lado como se nunca mais fosse colocar uma bola na rede. Era carisma puro, e o Inzaghi treinador segue a mesma linha.

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No último domingo, Pippo estreou oficialmente como técnico do Milan no Campeonato Italiano vencendo a Lazio por 3 a 1, em San Siro. O jogo foi mais difícil do que deveria, principalmente depois de abrir 3 a 0, mas Inzaghi segue perdendo a cabeça quando o seu time faz um gol. No primeiro, de Honda, explodiu no banco de reservas. No segundo, de Muntari, não conseguiu se segurar e invadiu o gramado para abraçar os jogadores e tomou uma pequena bronca do árbitro.

No fundo, não há muita diferença de personalidade entre o jogador e o técnico, além do terno. Inzaghi continua rossonero, comandando o ataque ou a prancheta do Milan. E se você não acredita, vale lembrar como eram as comemorações do ex-atacante, como nesse gol no dérbi contra a Internazionale (cuja narração também é espetacular).

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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