TAS reabre caso de italianos suspensos por atraso a antidoping

O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) aceitou reabrir o caso dos dois jogadores italianos banidos por um ano por se atrasarem para exame antidoping em 2007.
Inicialmente o ala do Napoli Daniele Mannini e o atacante do Brescia Davide Possanzini foram suspensos pelo comitê olímpico italiano (CONI) por 15 dias, mas a Agência Mundial Antidoping (WADA) entrou com um recurso no TAS pedindo punição mais longa, de um ano.
Os jogadores testaram negativo no exame e a severidade da sentença produziu um escândalo na Itália, que chegou a atrasar as partidas do Campeonato Italiano em protesto.
“O TAS aceitou e irá reabrir o procedimento e consultará novamente a arbitragem envolvida no caso”, declarou o Tribunal em um comunicado a Reuters.
Mannini e Possanzini, ambos jogadores do Brescia em dezembro de 2007, foram obrigados a comparecer ao vestiário para uma reunião com o treinador após a terceira derrota consecutiva do time, o que causou o seu atraso para o exame.



