Serie A

Verona novamente troca o técnico no começo da temporada (na última vez, deu certo)

Com apenas uma vitória em nove rodadas e uma eliminação vexatória na Copa Italia, Gabriele Cioffi foi demitido do Verona

No começo da temporada passada, o Verona demitiu Eusebio di Francesco após perder as três primeiras rodadas do Campeonato Italiano, trouxe Igor Tudor e teve uma excelente campanha que terminou em nono lugar. Agora, teve mais paciência, mas tentará repetir a receita: Gabriele Cioffi foi mandado embora depois de ganhar apenas uma vez em nove jogos da Serie A.

Além da saída de Igor Tudor, que posteriormente acertou com o Olympique de Marseille, o Verona também perdeu jogadores importantes, como Antonin Barak, Giovanni Simeone e Gianluca Caprari. Além do ótimo resultado final, o Verona se transformou em uma equipe bastante ofensiva que marcou 65 gols e teve o quinto melhor ataque da Itália.

“O Verona anuncia que liberou Gabriele Cioffi das suas tarefas como técnico da equipe principal. O clube agradece o senhor Cioffi e sua comissão técnica pelo trabalho”, afirmou o clube, em uma nota oficial. O ex-técnico da Universidad de Chile, o uruguaio Diego López, é o favorito para assumir o cargo.

Inicialmente contratado como interino da Udinese, Cioffi conduziu uma boa recuperação que deixou o clube no meio da tabela da Serie A antes de ser escolhido para substituir Tudor. No entanto, sob seu comando, o Verona foi eliminado da Copa da Itália na primeira rodada, levando 4 a 1 do Bari, da segunda divisão, em casa, e perdeu para Napoli, Atalanta, Lazio, Fiorentina e Udinese na Serie A. Sua única vitória foi contra a Sampdoria. Também empatou com Bologna e Empoli.

Ele foi o quarto técnico demitido nesta temporada da Serie A, após Sinisa Mihajlovic, do Bologna, Giovanni Stroppa, do Monza, e Marco Giampaolo, da Sampdoria.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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