Lukas Podolski chegou a Milão com a expectativa de deixar os dias de banco de reservas no Arsenal para trás. Campeão do mundo pela Alemanha, mesmo praticamente sem ter entrado em campo, o atacante esperava ressurgir em nerazzurri. A chegada do alemão foi em janeiro, estamos em março, na reta final da temporada, e a passagem de “Poldi”, como ele é chamado, não foi marcante. Ele ficou no banco a maior parte dos jogos e sequer tinha marcado um gol. Até esta terça-feira, quando ele fez um golaço da vitória por 2 a 1 sobre a Udinese, fora de casa.
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“Estou satisfeito que Podolski quebrou o jejum, ele marcou um gol muito importante. Ele irá voltar a Londres no fim do empréstimo, mas ele é um verdadeiro profissional”, disse Mancini. Não foi a primeira declaração do técnico sobre o alemão. O técnico já tinha comentado a situação do atacante alemão antes do confronto com a Udinese, quando falou sobre os dois chegados em janeiro, ele e Shaqiri. “Nós temos o mau hábito na Itália de não saber esperar as coisas”, afirmou o treinador. “Nem tudo acontece rapidamente, particularmente quando você está se mudando de um país para outro, de um clube para outro”, explicou. “Isso também se aplica a Podolski, que eu considero um grande jogador e um grande profissional. A sua situação é um pouco diferente porque ele está emprestado e quer voltar ao Arsenal, e é assim que vai ser”.
Pela Internazionale, até agora, Podolski tem 13 jogos pela Inter, um gol e três assistências. O seu destino parece selado, já que o técnico Roberto Mancini já diz para quem quiser ouvir que Podolski irá voltar ao Arsenal, porque o seu contrato é de empréstimo. O próprio jogador já falou sobre a vontade de voltar ao time inglês. Resta saber se será para continuar no banco de reservas ou tentar reagir. Aos 29 anos, Podolski é capaz de golaços como este que marcou e você assiste abaixo, mas lhe falta a consistência que o elevou ao status de grande jogador desde 2006, quando fez uma Copa do Mundo marcante. Aquele Podolski ainda é procurado nos campos europeus.



