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Napoli perde dois tenores, mas ganha um solista: Hamsik

Com a saída de Cavani para o Paris Saint Germain e a venda de Lavezzi para o mesmo clube no ano passado, o Napoli perdeu dois dos seus “três tenores”, mas o maestro Rafa Benítez ganhou um solista: Marek Hamsik. O meia assumiu a responsabilidade de liderar o elenco nessa fase de transição e não vem desafinando.

Além de dois terços do trio que levou o time de volta à Liga dos Campeões, o clube italiano também perdeu o treinador Walter Mazzarri e definitivamente entrou em uma nova fase, agora sob o comando de Benítez e Hamsik, que marcou quatro gols nas primeiras duas rodadas do Campeonato Italiano e comandou as vitórias contra Bologna e Chievo.

A temporada mais artilheira do eslovaco que chegou na Itália do Slovan Bratislava no verão de 2004 foi a de 2009/10, com 12 gols. Nas outras, o jogador que custou € 5,5 milhões para sair do Brescia marcou de 9 a 11 vezes.

Hamsik, que sempre se destacou mais pelas assistências, mostrou o faro de artilheiro em duas formações diferentes. Na estreia, atuou atrás de dois atacantes, Pandev e Higuaín, e marcou dois gols. Neste sábado, dividiu a armação com Callejón e Insigne e o resultado foi o mesmo.

Com o seu novo homem-gol, o atual vice-campeão Napoli vai se posicionando como a principal, e talvez única, pedra no caminho do tricampeonato da Juventus.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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