Serie A

Mesmo frustrado pelo goleiro da Sampdoria no segundo tempo, Verona finalmente vence na temporada

O jovem lateral esquerdo escocês, Josh Doig, marcou seu primeiro gol pelo Verona

O começo de temporada do Verona foi trágico. Eliminado em casa pelo Bari, da segunda divisão, na Copa da Itália e depois goleado pelo Napoli na estreia da Serie A. Vieram empates com Bologna e Empoli e uma nova derrota, para a Atalanta, antes de conseguir vencer pela primeira vez pela Serie A. Neste domingo, o garoto escocês Josh Doig, contratado do Hibernian, fez seu primeiro gol pelo Verona na vitória por 2 a 1 sobre a Sampdoria.

A Sampdoria, ainda em busca de sua primeira vitória e na zona de rebaixamento, começou bem a partida, exigindo boa defesa de Lorenzo Montipò com uma cabeçada de Francesco Caputo. E abriu o placar, aos 40 minutos, com um golaço do atacante italiano, que recebeu na área, girou à perna esquerda e soltou um chute alto, sem chance para Montipò.

O Verona conseguiu uma virada relâmpago antes mesmo do fim do primeiro tempo. Thomas Henry cabeceou um cruzamento de Filippo Terracciano que bateu na trave, no ombro do goleiro Emil Audero e cruzou a linha. Gol contra. Aos 48 minutos, Lazovic acionou Kevin Lasagna, que dividiu com Audero. A sobra ficou para Doig empurrar às redes.

O segundo tempo foi um show de Audero, que fez boas defesas em tentativas de Doig e Lazovic pela esquerda e estava esperto para se recuperar e evitar um gol sem querer do lateral esquerdo, que tentou um cruzamento e acabou mandando direto ao gol. Audero também parou um contra-ataque de Miguel Veloso, cara a cara, e fez ótima defesa em chute cruzado de Lazovic.

A Sampdoria ainda teve uma última chance de arrancar um ponto, com boa trama envolvendo Gabbiadini e Pussetto, mas Caputo chutou torto pela direita da grande área e mandou para fora.

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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