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Fartura do elenco dá ao Napoli força para brigar na ponta

Perder um jogador como Edinson Cavani seria ruim, mas a contratação de Gonzalo Higuaín deu ao Napoli um bom substituto do uruguaio. Mas sem Higuaín, inevitavelmente o time perderia qualidade na frente. Certo? Errado. Ao menos não neste domingo, quando o time enfrentou o Livorno, um dos times fracos da Serie A, e aproveitou para deitar e rolar. O substituto, Goran Pandev, foi muito bem. Aliás, não dá nem para dizer que isso é novidade, porque Pandev vem sendo importante desde a temporada passada e mesmo nos últimos jogos. Além dele, Dries Mertens, outro que vem entrando durante os jogos, também foi muito bem e mostrou que o banco está bem servido de opções.

Mertens jogou pelo lado esquerdo da linha de três meias no 4-2-3-1, onde normalmente atua Lorenzo Insigne, poupado nesta partida e que só entrou no segundo tempo. No ataque, Pandev foi não só um bom substituto, foi o melhor jogador da partida. Sempre perigoso, marcou o seu gol e ainda deu uma assistência. José Callejón, contratado nesta temporada, Marek Hamsik, a força criativa do time, e Gökhan Inler, volante que é destaque há algum tempo, completaram o placar.

Com 19 pontos, o Napoli é o segundo colocado, atrás apenas da Roma, que tem 21. O time vem mostrando força rodada após rodada e está na disputa pelo título. A Juventus, que está logo abaixo, também briga. O bom início do Campeonato Italiano dá a impressão que pode ter uma boa disputa pelo título. Resta saber se isso se manterá durante todo o campeonato.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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