O presidente do Catania, Antonino Pulvirenti, deixou o campo revoltado após a derrota do seu time para a Juventus por 1 a 0 neste domingo. Para o dirigente, o assistente só mudou de opinião ao anular o gol do Catania depois de muita pressão do banco da Juventus.
“Esse é o terceiro incidente contra nós. Aconteceu contra o Parma, depois contra a Inter e vocês viram o que aconteceu hoje”, declarou o presidente do Catania à Sky Sport Italia após o jogo. “O que nós podemos fazer? Sentar e passivamente aceitar essas coisas? Havia sete membros da arbitragem e ninguém parece ter visto nada”, protestou ainda o dirigente.
O árbitro validou o gol de Bergessio no primeiro tempo, mas depois de conversa com o assistente, voltou atrás e deu o impedimento do atacante, que estava em posição legal. “O assistente deu o gol de Bergessio, depois anulou após protestos do banco da Juventus. Isso é mais do que uma submissão aos grandes clubes, é algo mais do que isso”, esbravejou Pulvirenti.
“O banco da Juventus anulou o gol com os protestos. É vergonhoso que jogadores que estavam aquecendo como Simone Pepe e Emanuele Giaccherini conseguiram anular o gol ao pressionar o assistente. Alguém me explique isso” disse ainda o presidente. “Erros podem acontecer, mas a questão real aqui é que o assistente tomou uma decisão e mudou de ideia depois de ser atormentado e pressionado pelo banco de reservas”, declarou Pulvirenti.
No segundo tempo, o gol da Juventus foi em posição duvidosa, com Bendtner recebendo em posição de impedimento e Vidal marcando no rebote do goleiro.



