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Sem Diego Costa, Marcos Alonso assumiu o papel de artilheiro e resolveu para o Chelsea

O Chelsea atravessou horas turbulentas desde sexta. Mas, ao que parece, tudo volta à ordem em Stamford Bridge. Diego Costa afirmou ao repórter João Castelo Branco que não pensa em aceitar a proposta chinesa. Antonio Conte colocou panos quentes sobre o desentendimento, relacionado a uma lesão. E os Blues demonstraram em campo quem é que manda atualmente na Premier League. Sem o artilheiro, Marcos Alonso assumiu a missão de marcar os gols. Balançou as redes duas vezes, construindo a vitória por 3 a 0 sobre o Leicester no Estádio King Power.

Sem o seu centroavante, Conte voltou a utilizar Eden Hazard centralizado no ataque. E, mesmo sem ser tão efetivo na posição, o belga deu sua contribuição aos seis minutos. Foi dele o passe para que Marcos Alonso batesse para as redes, abrindo o placar. O Chelsea tinha o controle do jogo, mas criava poucos espaços contra as linhas de marcação do Leicester. As Raposas, por outro lado, raramente chegavam ao ataque, já sem Riyad Mahrez e Islam Slimani, cedidos à Copa Africana de Nações.

No início do segundo tempo, Marcos Alonso fechou a conta. O ala pegou uma sobra de bola, que desviou em Wes Morgan antes de vencer Kasper Schmeichel. Depois disso, o Chelsea mandou no jogo a seu prazer. Alonso quase completou seu hat-trick, enquanto a torcida gritava “shoot” a cada vez que ele pegava na bola. Por fim, Pedro fechou a conta aos 26, após boa tabela com Willian.

Uma das melhores contratações do Chelsea na temporada, titular absoluto na equipe de Conte, Marcos Alonso ratifica o seu valor da melhor maneira possível. Enquanto isso, os Blues voltam a sustentar vantagem de sete pontos na liderança – que pode cair para cinco, caso o Liverpool vença o clássico deste domingo. O Leicester, por sua vez, permanece no 15° lugar, a cinco pontos da zona de rebaixamento.

Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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