InglaterraPremier League

Presidente descarta venda do Arsenal a empresários árabes

Se a torcida do Arsenal tinha esperanças de que uma fortuna caísse em suas contas nos próximos meses, terá que diminuir sua empolgação. Presidente dos Gunners, Peter Hill-Wood negou os rumores de que o clube será vendido a um consórcio formado por empresários do Oriente Médio.

Os possíveis compradores teriam oferecido £ 1,5 bilhões (aproximadamente € 1,8 milhões) pelo Arsenal. Atualmente, os maiores acionistas do clube são o americano Stan Kroenke, que também é dono de cinco franquias nos Estados Unidos, entre elas o Denver Nuggets e o St. Louis Rams, e o uzbeque Alishe Usmanov, que possui negócios ligados à industria de metais, à mineração e à exploração de madeira.

“Eu não ouvi nada sobre o assunto e acho que ninguém sabe coisa alguma dentro do clube. Parece perda de tempo. Se houvesse esse consórcio, eles não poderiam fazer qualquer progresso sem entrar em contato. Portanto, não posso dizer se existe ou não. No entanto, se eles fizessem qualquer aproximação, meu entendimento é que os dois acionistas majoritários não querem vender o clube”, declarou Hill-Wood.

Desde que Kroenke e Usmanov assumiram parte do controle dos negócios do Arsenal, em 2007, o clube não ganhou um título sequer. O americano possui 66,64% das ações dos Gunners, enquanto o uzbeque detém 29,11%. Segundo balanço divulgado pela consultoria Deloitte, o Arsenal é a sexta equipe mais valiosa do futebol mundial, com receitas anuais avaliadas em € 290,3 milhões, registrando crescimento de 4% entre 2010/11 e 2011/12.

Mostrar mais

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo