Premier League

No clássico contra o Southampton, o Brighton conquistou três pontos vitais em sua luta pela permanência

O Brighton é um time que merece sorte maior na Premier League, diante do futebol apresentado. As Gaivotas tem boas partidas nesta temporada, mas algumas derrotas inexplicáveis que mantêm o risco de rebaixamento. Neste domingo, porém, o céu clareou para o time treinado por Graham Potter. Na visita ao Estádio St. Mary’s, em clássico contra o Southampton, o Brighton venceu por 2 a 1 e respirou um pouco ao se distanciar do Z-3.

Num primeiro tempo em que os times alternaram momentos, as redes balançaram duas vezes, uma para cada lado. Aos 16 minutos, Lewis Dunk aproveitou a cobrança de escanteio para cabecear no cantinho e botar o Brighton em vantagem. O Southampton empatou aos 27, numa sapatada de Che Adams aproveitando o cruzamento que sobrou na área. As Gaivotas, no entanto, seriam mais efetivas.

Fraser Forster já tinha salvado os Saints no fim do primeiro tempo, no mano a mano com Pascal Gross, mas não evitou o segundo tento dos adversários na volta do intervalo. Aos 11, Leandro Trossard retomou a vantagem, numa boa troca de passes com assistência de Danny Welbeck. Por mais que a bola tenha ficado com o Southampton no restante da partida, a defesa do Brighton se segurou bem. O goleiro Robert Sánchez fez uma grande intervenção depois do gol, mas de resto seus companheiros não concederam brechas aos adversários.

O Brighton alcança os 29 pontos, abrindo três de vantagem em relação ao Fulham, o primeiro no Z-3. As Gaivotas encerraram uma sequência de três derrotas consecutivas. Já o Southampton ainda precisa manter seu sinal de alerta ligado. Depois do bom primeiro turno, a queda é vertiginosa e os Saints têm 33 pontos, somente duas posições acima dos oponentes.

Classificação fornecida por SofaScore LiveScore

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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