Premier League

Eficiente e brilhante, Liverpool aplicou uma enfática goleada sobre o Crystal Palace: 7 x 0

No jogo seguinte a vencer o confronto direto contra o Tottenham e assumir a liderança do Campeonato Inglês, o Liverpool enviou uma enfática mensagem de que não parece muito disposto a abandoná-la no futuro próximo. Com uma aula de eficiência e plasticidade, aplicou 7 a 0 sobre o Crystal Palace, uma costumaz pedra em seu sapato.

Entre o primeiro e o segundo gol, o Palace, competente que é contra os grandes, ficou relativamente próximo de empatar, mas o Liverpool soube aproveitar muito bem as suas oportunidades para chegar a 31 pontos em 14 rodadas e ainda normalizar o saldo, que havia sido dizimado pelo 7 x 2 que levou do Aston Villa. Acertou oito chutes no alvo, marcou sete gols.

O Tottenham tem 25 pontos em 13 jogos, e o Manchester United, 23 em 12 partidas.

O líder abriu o placar, aos dois minutos, com o primeiro gol de Takumi Minamino pela Premier League. O japonês que chegou do Red Bull Salzburg em janeiro e ainda está se adaptando ao futebol inglês dominou o passe de Mané dentro da área, limpou a marcação e bateu cruzado para abrir o placar.

O Crystal Palace teve uma boa meia hora na sequência. Fabinho foi muito bem ao cortar o cruzamento de Zaha que chegaria a Jordan Ayew na segunda trave e um ambicioso Milivojevic tentou encobrir Alisson do meio-campo antes da situação mais clara dos donos da casa. Ayew ganhou de Fabinho pela direita e ficou livre dentro da área, mas cruzou errado, atrás de Zaha, que aparecia na região da marca do pênalti. Ainda houve duas cabeçadas agarradas por Alisson.

Mas, aos 35 minutos, Keita começou a jogada. Houve uma profunda indefinição sobre quem ficaria com a bola na entrada da área do Palace. Firmino resolveu o impasse com um toque rasteiro para acionar Mané na entrada da área: 2 a 0. Ainda antes do intervalo, Firmino abriu com Robertson, que teve muito campo para correr antes de retribuir a gentileza com um cruzamento perfeito. O atacante brasileiro dominou e tocou com a parte de fora do pé no canto de Guaitá para ampliar.

No começo da etapa final, Minamino rolou para Mané, que virou o jogo para Alexander-Arnold. Com muita tranquilidade, o lateral direito do Liverpool matou e ajeitou para Jordan Henderson chegar batendo de primeira no canto do goleiro espanhol. O Liverpool ganhava por 4 a 0 tendo praticamente aproveitado todas as chances que criara até aquele momento: oito finalizações, quatro no alvo, quatro gols.

E aí, como dizem os sábios, virou passeio. Mané recebeu de Robertson e bateu cruzado para fora, mas bem perto da trave. Em outra boa jogada de Keita, Minamino dominou tirando a marcação e ficou de frente com Guaitá. Também bateu para fora. Salah, que havia entrado na vaga de Mané, que saiu aparentemente insatisfeito com alguma coisa, cruzou o gramado para encontrar Firmino. Toque para frente, cavadinha, 5 a 0.

Àquela altura, os jogadores do Palace queriam muito ir para casa, mas Salah ainda tinha algumas coisas para fazer Aos 36 minutos, Arnold bateu escanteio, Matip ajeitou de cabeça e o egípcio redirecionou às redes, também com a testa. Para fechar a goleada com chave de ouro, Salah acertou um belo chute da entrada da área no ângulo de Guaitá, um golaço com a qualidade da atuação do líder da Premier League.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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