Premier League

Crystal Palace arrancou novamente pontos do City e reforçou fama de pedra no sapato dos grandes

Entre os times que não estão na elite da Crystal Palace. Isso ficou mais uma vez provado neste sábado, quando os homens de Roy Hodgson saíram à frente do Manchester City, levaram a virada e, ainda assim, foram buscar o empate por 2 a 2, com um gol contra de Fernandinho, na reta final da partida.

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As zebras que o Palace consegue causar são frutos de uma boa organização defensiva e um contra-ataque letal liderado por Wilfried Zaha. Funciona melhor fora de casa (oitava campanha) do que no Selhurst Park (12ª) e foi responsável por tirar pontos do time de Guardiola nas últimas três temporadas – 3 x 2 em 2018/19 e 0 x 0 em 2017/18.

Fosse um pouco mais alto, Sterling teria aberto o placar, no segundo minuto de jogo, e De Bruyne acertou o travessão em cobrança de falta. Aos 38 minutos, a cobrança de escanteio encontrou Gary Cahill na segunda trave. O ex-zagueiro do Chelsea arrumou de cabeça para Cenk Tosun, atacante emprestado pelo Everton, fazer seu primeiro gol pelo Crystal Palace.

O segundo tempo foi de pressão do City, mas o Palace continuava ameaçando nos contra-ataques, como na finalização de Tosun, de frente para Ederson, após bom passe de Zaha. O gol de empate, porém, demorou para sair. Apenas aos 37 minutos, Jesus cruzou da esquerda, a bola passou por todo mundo e encontrou Agüero na segunda trave. Logo em seguida, Agüero voltou a marcar, de cabeça, completando o cruzamento de Mendy.

No entanto, aos 45 minutos da etapa final, Zaha fez uma jogada individual característica pela esquerda e cruzou rasteiro. O alvo era Connor Wickham, mas Fernandinho tentou fazer o corte e mandou contra o próprio patrimônio. O resultado deixa o City a 13 pontos do Liverpool, que tem dois jogos a menos na tabela.

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Classificações

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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