Premier League

Chelsea sofreu contra o ferrolho do Newcastle, mas venceu a primeira no St. James Park desde 2011

O Chelsea costuma ter dificuldades quando visita o St. James Park. Não ganhava do Newcastle fora de casa desde 2011. Quebrou o tabu neste domingo, mas não foi nada fácil. A equipe visitante sofreu para furar o ferrolho defensivo armado por Rafa Benítez e alcançou o gol da vitória por 2 a 1 apenas aos 38 minutos do segundo tempo.

Com uma equipe tecnicamente fraca e sem muito dinheiro investido nela, Benítez adota uma estratégia clara em seus confrontos contra os grandes ingleses: fechar a casinha, tentar arrancar um gol de algum lugar ou se contentar com o empate. E a partida parecia mesmo caminhar para um glorioso 0 a 0.

A estratégia de Benítez combinada com o estilo de Maurizio Sarri resultou em um Chelsea com 81,1% de posse de bola e que trocou 913 passes no total. No entanto, isso se refletiu em apenas três finalizações certas dos visitantes, e a melhor chance do primeiro tempo acabou sendo do Newcastle, com Salomón Rondón.

Antonio Rüdiger acertou a trave na etapa final, e o placar foi aberto por Eden Hazard, fazendo seu primeiro jogo como titular na temporada. Fabian Schär derrubou Marcos Alonso dentro da grande área, e o belga cobrou para fazer 1 a 0. Mas o Newcastle empatou logo na sequência. Giroud reclamou de ter levado uma cotovelada de Yedlin, que cruzou da direita. Joselu antecipou-se na primeira trave e marcou.

O próprio Yedlin estaria envolvido no gol da vitória do Chelsea. Marcos Alonso, que com frequência resolve a parada para os Blues, chutou rasteiro da direita, após cobrança de falta de Willian, e o jogador do Newcastle mandou contra o próprio patrimônio. Sarri tem um começo perfeito de Premier League: três vitórias. E o Newcastle ainda não ganhou uma partida.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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