Estratégia, erros e mais: Como Aston Villa fez Manchester City perder invencibilidade
Unai Emery foi responsável por primeira derrota de Enzo Maresca na Premier League com plano infalível dos Villans contra Citizens
Enquanto enfrenta um escândalo financeiro nos bastidores, o Manchester City havia começado a Premier League 2026/27 com um desempenho perfeito: sete vitórias em sete jogos. Entretanto, na visita ao Aston Villa, Enzo Maresca conheceu sua primeira derrota na competição ao ser superado pela estratégia de Unai Emery.
Neste sábado (24), os Villans venceram os Citizens por 2 a 1, em casa, pela 8ª rodada da Premier League. Mesmo com menos posse de bola (37% x 63%), menos finalizações (8 x 15) e encurralado em seu próprio campo na maior parte do tempo, o técnico espanhol montou um plano perfeitamente executado diante do treinador italiano.
A objetividade do Aston Villa com bola permitiu que Nicolas Jackson, tão criticado em sua passagem pelo Chelsea, fosse eficiente nas poucas chances que teve. Ao mesmo tempo, Zion Suzuki fez mais intervenções cruciais do que Gianluiggi Donnarumma, que falhou no momento mais crítico da partida e prejudicou o Manchester City.
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Por fim, os Villans mostraram uma entrega absoluta para vencer os duelos e dificultar os avanços dos Citizens. O time de Maresca criou o suficiente para somar pelo menos um ponto, porém, a equipe de Emery conquistou um resultado merecido pela harmonia coletiva e pelo comprometimento tático.
Como Aston Villa tirou a invencibilidade do Manchester City
Com o apoio de sua torcida, o Aston Villa usou os primeiros minutos de jogo para fazer uma blitz no campo do Manchester City, que foi forçado ao erro. A pressão na saída de bola fez com que Marc Guéhi errasse o domínio, e John McGinn serviu Nicolas Jackson. Dentro da grande área, o atacante limpou os marcadores e bateu firme no alto para abrir o placar.
Dali em diante, os Citizens assumiram o controle da partida com o domínio da posse de bola, encurralando os Villans na defesa. Apesar da compactação em bloco baixo da equipe de Unai Emery, os comandados de Enzo Maresca conseguiram causar perigo construindo pelas pontas.
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Iliman Ndiaye (direita) e Jeremy Doku (esquerda) usaram seu talento individual para driblar os marcardores, entrar na área ou cortar para o centro e finalizar. Além de uma bola na trave, Suzuki fez defesas importantes que permitiram o Aston Villa ir para o vestiário à frente do Manchester City.
Na volta para a etapa final, o roteiro se manteve parecido até os Citizens ganharem uma falta lateral. Enquanto os Villans esperavam um lançamento direto pelo alto, a jogada ensaiada por baixo desamarrou a marcação antes do camisa 7 cruzar na cabeça de Erling Haaland, que mandou para o fundo da rede.
Entretanto, o Aston Villa respondeu pouco tempo depois com uma rápida transição ofensiva nas costas do Manchester City. Jackson lançou Ibrahim Mbaye, que havia acabado de entrar em campo, em profundidade. O camisa 11 recebeu de volta e bateu de primeira perto da marca do pênalti, e a bola acabou passando por baixo de Donnarumma no segundo gol.
Dali até o apito final, os Citizens foram para o tudo ou nada, mas os Villans sobreviveram às investidas ao manter o nível de concentração inabalável.