Premier League

Assista, sinta e arrepie-se com o clima espetacular no estádio do Brentford, após uma vitória tão especial na abertura da Premier League

A torcida do Brentford garantiu uma atmosfera única no jogo que marcou a volta massiva do público aos estádios na Premier League

A primeira partida da Premier League 2021/22 tinha tudo para ser especial. Era a volta massiva do público aos estádios, antes de mais nada. A ocasião também marcava o retorno do Brentford à primeira divisão após 74 anos. Mais do que isso, foi o primeiro jogo oficial com casa cheia no Estádio Brentford Community, inaugurado durante a pandemia, no último mês de setembro. E os mais de 16 mil presentes tiveram motivos suficientes para comemorar, com a vitória das Abelhas por 2 a 0 sobre o Arsenal. Assim, ao apito final, uma cena belíssima de comunhão entre o time e o torcedores aconteceu no local.

O fim do jogo, como era de se esperar, viu a explosão do grito nas arquibancadas. Mas teria bem mais. “Hey Jude” era a canção entoada pela torcida. Os jogadores caminhavam pelos quatro cantos do campo e agradeciam. Já o técnico Thomas Frank aplaudia, chamava a galera para cantar mais alto e abraçava crianças. Cena lindíssima, que arrancou lágrimas de muitos presentes nas tribunas e tantas outras de quem estivesse do outro lado da tela, sentindo aquele momento.

“O futebol voltou para casa”, como diriam os ingleses. E a casa do futebol não é necessariamente a Inglaterra, mas o estádio cheio, com a torcida dando um sentido maior ao jogo. É o estádio do Brentford abrindo uma janela à vida, quando todo mundo espera por dias melhores e mais arquibancadas cheias como estas. Quando esperamos por mais gente experimentando in loco momentos como este, tão sublimes.

Vale sentir e se emocionar, com os cinco minutos de pós-jogo da transmissão da ESPN Brasil, com narração de Paulo Andrade e comentários de Mário Marra:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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