Liverpool teve intensidade em um tempo e inteligência em outro para vencer o Manchester City
Uma das coisas que Jürgen Klopp aprendeu jogando contra os times de Pep Guardiola na Alemanha é que é preciso ter intensidade para vencê-lo. No comando do Liverpool, o técnico faz exatamente isso no seu primeiro confronto com o Manchester City do treinador catalão. Foi com intensidade que o time de Klopp conseguiu a vantagem curta, 1 a 0, que determinou o vencedor do jogo.
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O primeiro tempo teve o Liverpool muito melhor no jogo. O gol saiu logo no começo, aos nove minutos, graças à participação decisiva de Adam Lallana. Atuando pelo lado esquerdo, recebeu um belo lançamento de Roberto Firmino e cruzou com precisão para Wijnaldum subir de cabeça e mandar forte para o fundo do gol.
Foi a sétima assistência de Lallana na Premier League. Além disso, ele tem outros sete gols. Com Klopp, se tornou um jogador importante, a ponto de cavar um lugar no time no meio-campo. Neste sábado, atuou na linha dos atacantes, uma vez que Divock Origi começou no banco e Philippe Coutinho seguia machucado.
A volta do intervalo mudou o jogo. O Manchester City passou a ter ainda mais a posse de bola e tentou chegar. Embora sofrendo mais ataques e ficando mais tempo no campo de defesa, o time manteve intensidade. O Manchester City não conseguia abrir o jogo, centralizava demais as jogadas e não conseguia ter criatividade no meio-campo.
Dava espaço para o Liverpool atacar com velocidade. Os Reds perderam chances na etapa final errando passes quando estavam no mano a mano, ou quando tinham boas possibilidades de marcar. As melhores chances do segundo tempo foram justamente dos mandantes. O Manchester City pouco conseguiu fazer e deixou o gramado decepcionando. Jogou menos do que se esperava.
A vitória é crucial ao Liverpool, que mantém a distância de seis pontos para o Chelsea. Ainda é bastante, mas é quem tem se mostrado mais firme para tentar chegar aos azuis de Londres. Ainda há muito futebol a ser jogado e certamente se espera mais de Manchester City e Manchester United. Isso para nem falar de Arsenal e Tottenham, que também brigam no grupo de cima. Se o Chelsea mantiver o ritmo, dificilmente haverá briga pelo título. Mas briga pelas primeiras posições certamente haverá.



