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Liverpool amplia contrato de Lucas, peça-chave para o clube

Lucas Leiva surge como uma das peças-chaves de Brendan Rodgers em seu projeto de reconstruir o Liverpool. E o meio-campista ganhou o devido reconhecimento deste papel com a renovação de seu contrato. Desde 2007 em Anfield, o volante ampliou seu vínculo com os Reds até o final da temporada 2016/17.

“É outro contrato de longa duração que assino, mas a sensação é a mesma de quando cheguei aqui. Estou realmente contente com a oportunidade de jogar por esse clube. É onde eu queria ficar, então estou muito feliz e pensando em seguir por aqui por mais alguns anos. Foi uma decisão fácil, porque gostaria de dar o meu melhor a esse clube”, afirmou o meio-campista.

Ao longo das últimas duas temporadas, Lucas sofreu com dois problemas sérios: primeiro, rompeu o ligamento cruzado do joelho e precisou de nove meses para se recuperar, antes de ficar parado por três por uma lesão muscular na coxa. Recuperado em dezembro, o volante ficou de fora de apenas dois jogos do time desde então.

Durante a atual temporada, Lucas disputou 25 partidas com a equipe principal do Liverpool, 21 delas como titular. O brasileiro é o líder em desarmes na Premier League, com média de 4,5 por jogo, além de aparecer entre os 20 melhores da competição em interceptações (16º, com 2,5 por jogo) e em total de passes (13º, com 56,9 jogo).

O negócio também foi exaltado por Ian Ayre, diretor de gestão dos Reds: “É fantástico. Ele tem sido um grande servo ao clube e penso que ele deixou para trás suas últimas lesões. Dissemos nas últimas janelas de transferências que queríamos manter nossos melhores jogadores e a renovação é um grande exemplo disse. Rodgers disse várias vezes que quer ter um elenco jovem. Lucas, apesar da idade, é experiente e grande parte do time”.

Pelo estilo de jogo de Brendan Rodgers e pelo tipo de equipe que o Liverpool pretende montar, Lucas é realmente um nome perfeito para se encaixar à espinha dorsal. Um jogador seguro na marcação e que sabe sair para o jogo, útil principalmente quando é o único cabeça de área, como o treinador tem escalado o time nos últimos jogos. E que também poderia servir à seleção brasileira, a qual não defende desde o fim de 2011, em amistoso contra o Egito.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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