Inglaterra

[It’s A Goal] Os 70 anos de Sir Trevor Brooking, elegante meia do West Ham e da seleção inglesa

Ao longo dos 17 anos em que Trevor Brooking defendeu o West Ham e dos oito em que ele vestiu a camisa da seleção inglesa, costumava-se dizer que ele flutuava em campo, tal a sua elegância. Quarto jogador a atuar mais vezes pelos Hammers na história e parte de um grupo bastante seleto de personalidades do futebol a receberem da realeza britânica o título de “Sir”, o meia-armador e lenda do esporte britânico chega aos 70 anos nesta terça.

Brooking não era um jogador veloz ou combativo e estava longe de ser um carregador de piano. Mas tinha o poder de controlar o meio-campo e ditar o ritmo do jogo usando a técnica, a inteligência e a visão de jogo. Podia iniciar a saída de jogo à frente da área ou, mais comum, aparecer no campo ofensivo com a bola dominada para dar um passe capaz de abrir buracos nas defesas adversárias. E embora não fosse habitual cabeceador, marcou gols importantes graças ao fundamento.

A trajetória clubística de Brooking é bastante semelhante à do também ex-Hammer, Frank Lampard “Senior”, cuja história foi contada aqui há duas semanas. Nascido apenas 12 dias depois do antigo companheiro de clube, o meia-armador também marcou presença nas grandes empreitadas copeiras as quais o West Ham vivenciou nos anos 70 e 80, relembradas no outro texto. Há, entretanto, duas diferenças notáveis entre suas carreiras.

A primeira é que Brooking era a figura de referência no time claret and blue durante praticamente toda a sua longa trajetória em Upton Park. Durante mais de uma década foi o dono da camisa 10.

A segunda é que a carreira do meia na seleção inglesa foi bem mais consistente do que a do lateral, atuando 47 vezes e participando de uma Copa do Mundo e uma Eurocopa, além de muitas vezes ter estendido seu papel de líder da equipe vivido no West Ham para o English Team.

Leia o texto completo no It’s A Goal

Mostrar mais

Emmanuel do Valle

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo