Haja coração! Arsenal vai da tristeza do empate à loucura da vitória nos últimos cinco minutos
Vencer era muito importante para o Arsenal neste domingo contra o Burnley. Tudo indicava que o time tinha todas as condições para isso. O adversário acessível, o jogo no estádio Emirates, a boa campanha do time, o bom momento de Alexis Sánchez. Só que o jogo não foi tão fácil assim. Quem olha o placar de 2 a 1 não sabe a montanha russa de emoções que o torcedor sentiu nnos últimos cinco minutos do jogo.
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Mustafi marcou o seu primeiro gol com a camisa do Arsenal, de cabeça, no início do segundo tempo, aos 14. O time da casa era melhor. Era quem tomava a iniciativa. Só que a atuação não era tão boa assim. E pior que aos 20 minutos da etapa final, o suíço Granit Xhaka acabou expulso e deixou os Gunners com um jogador a menos.
Mesmo assim, tudo caminhava para um final de jogo com placar de 1 a 0 mesmo para o Arsenal. Até que, aos 48 minutos, Coquelin acertou Ashley Barnes dentro da área. O árbitro Jon Moss apontou a marca do pênalti. Andre Gray, torcedor do Arsenal na infância, se apresentou, cobrou no meio do gol e viu Petr Cech resvalar na bola, mas ela entrou. Gol de empate que jogou uma ducha gelada na torcida Gunners – que já tomava chuva na fria Londres.
Só que Alexis Sánchez fez um alvoroço na defesa do Burnley nos minutos finais dos acréscimos. Foi ele, pelo lado esquerdo, que usou a habilidade para tentar se livrar da marcação e cruzou. A bola ia na direção do zagueiro Laurent Koscielny, que colocou a cabeça, mas Ben Mee foi com pé alto. Pênalti marcado pelo auxiliar. Só com o detalhe que Koescielny estava impedido.
Alexis Sánchez, que não tinha nada com isso, foi lá e cobrou com uma categoria monstra: cavadinha no meio do gol. Comemoração que esquentou os corações dos torcedores do Arsenal, que sobe para o segundo lugar na tabela, deixando Tottenham para trás ao chegar a 47 pontos contra 46 do rival. Mas não foi sem emoção. Uma montanha russa de emoções.
LANCES:



