A fase do West Ham é tão boa que até Andy Carroll começou a destoar

O West Ham vive uma fase sensacional nesta temporada. Sem fazer muito alarde na pré-temporada, os Hammers ocupam a terceira colocação da Premier League, e já sabem que terminarão a rodada no Top Four, independente do resultado entre Southampton e Manchester United nesta segunda-feira. Posição confirmada após o ótimo triunfo sobre o Swansea por 3 a 1 no Upton Park. E que contou com um protagonista especial: Andy Carroll, que usou a cabeça para brilhar, quebrando o jejum de gols que durava desde março.
Carroll pode não ser um craque, mas está longe de ser o perna de pau que muita gente pinta. Obviamente, não dá para esperar dribles sensacionais do centroavante que decepcionou no Liverpool. No entanto, dentro do estilo de jogo do West Ham, ele é muitíssimo útil. Um atacante alto e que protege bem a bola, fazendo funcionar o esquema aplicado pelo técnico Sam Allardyce, de bolas longas e jogo aéreo. Superando a sequência de lesões, o camisa 9 mostrou que pode contribuir para o sonho de, quem sabe, chegar à Liga dos Campeões – embora mesmo a Liga Europa dependerá de um grande esforço aos Hammers.
O jejum de Carroll foi quebrado aos 41 minutos do primeiro tempo, empatando a partida que teve o placar aberto por Wilfried Bony. Já no início da segunda etapa, o centroavante marcou de cabeça e virou o placar. Não fazia dois tentos em um mesmo jogo desde março de 2013. E a expulsão de Lukasz Fabianski abriu o caminho para o centroavante ainda ajeitar de cabeça à Diafra Sakho, dando a assistência que fechou o placar. A última vez que tinha participação direta em três gols na mesma partida tinha sido ainda pelo Newcastle, nos 6 a 0 sobre o Aston Villa em 2010. Uma tarde para, quem sabe, inspirar Carroll a reviver a promessa que nunca cumpriu.



