Inglaterra

Eriksen comprou ele mesmo em todos os times que treinou no FM. E se decepcionou

Todo técnico de Football Manager tem um xodó. Aquele jogador que você contrata em qualquer time que comandar, dependendo da edição do jogo. Em algumas, ele não é tão bom, em outras, já é bom demais. De qualquer maneira, Christian Eriksen, quando era um adolescente no Ajax, era viciado no nosso simulador favorito e tinha esse hábito de sempre comprar um atleta específico para suas equipes: ele mesmo.

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O dinamarquês de 23 anos, hoje em dia jogador do Tottenham, sempre se colocava como capitão dos clubes, camisa 10 e na sua posição favorita: como meia avançado pelo centro, atrás do atacante. “Eu sempre comprava o Football Manager e me contratava rapidamente”, disse, ao Daily Mail. “Eu me contratava no Barcelona, jogava uma temporada lá, iria para o Real Madrid e me comprava de novo. Independente do time, eu me comprava. Eu amava esse jogo, jogava bastante com o Leeds e a Roma também”.

O problema é que Eriksen, embora fosse um jovem de grande potencial, como vem demonstrando nesta boa temporada pelo Tottenham, não era exatamente muito bom nos jogos virtuais. Nem no FM, nem no FIFA. “Eu me decepcionava comigo mesmo algumas vezes. Meu jogador nunca era bom o suficiente no jogo. Era mesma coisa no FIFA. Outros eram melhores. Eu acabava sempre perdendo porque sempre passava a bola para mim mesmo e não passava para ninguém. Eu não driblo direito nos jogos do FIFA”, completou.

Eriksen, além de fominha, tem um overall de 83 na edição 2016 do FIFA, e pode chegar até 87 no modo carreira, segundo o site especializado Sofifa. No Football Manager, também se torna um excelente jogador, mas boa sorte tentando tirá-lo do Tottenham.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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