Sem Haaland, City vê outro protagonista brilhar e avança com drama na Copa da Liga
Brighton dificulta, mas Citizens avançam nos pênaltis mesmo sem seu principal artilheiro
O Manchester City sofreu para sair do Etihad Stadium classificado na Copa da Liga Inglesa nesta quarta-feira (28). Após o placar acabar 2 a 2 no tempo normal, o mandante venceu o Brighton nos pênaltis por 4 a 3, com um claro protagonista na ausência de Erling Haaland: Rayan Cherki.
Sem o centroavante norueguês, o camisa 10 se firmou como o foco das jogadas dos Citizens, responsável por se apresentar sempre, chamar a responsabilidade e, até por isso, teve 72 ações com bola.
Os Seagulls começaram o jogo melhores, abriram o placar em roubada de bola no campo de ataque e conclusão de Malick Yalcouyé. Mesmo que Mateo Kovacic tenha empatado logo depois, a equipe visitante, corajosa, terceira colocada da Premier League e dona do melhor ataque da maior liga do mundo, começou o segundo tempo já retomando a vantagem em bonito gol, de pé em pé, finalizado por Georginio Rutter.
Eis que surge Cherki. Em falta da entrada da área, o meia cobrou rasteiro, a bola desviou em Vitor Reis e entrou para igualar o placar. Na disputa por pênaltis, após um erro de cada lado, o francês marcou o quarto pênalti antes de Gerónimo Rulli brilhar e pegar o segundo da noite.
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Como foi Manchester City e Brighton?
Apesar dos 58% de posse de bola para os Citizens, a primeira parte foi equilibrada, sem tantas chances claras de gol. O mandante não conseguiu empurrar o adversário contra sua própria defesa. Cherki, com longas conduções de bola, foi o jogador mais perigoso, mas suas finalizações não levaram perigo.
O Brighton, com chutes de longe, foi incomodado a partir dos 20. Pascal Gross quase marcou em chute cruzado rasteiro alguns segundos antes do gol de Yalcoupé. Cerca de 10 minutos depois, veio o empate com Kovacic.
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Para a etapa final, o Brighton começou muito melhor e mereceu a vantagem que retomou logo no primeiro minuto. Rutter obrigou defesaça de Gerónimo Rulli, que afastou a bola para o travessão, e teve outra chance, dessa vez limpando o goleiro argentino, mas ficando sem ângulo e chutando na rede pelo lado de fora.
Com a entrada de Jérémy Doku e uma chance criada por ele, o City acordou, voltou a incomodar no ataque e empatou.
Na reta final, a pressão foi da equipe de Enzo Maresca, só que mais na ocupação territorial do que em chances. E o visitante não só assistiu. Os Seagulls tiveram um gol anulado por impedimento, Mats Wieffer acertou a trave em um escanteio e Yankuba Minteh finalizou colocado para fora com perigo.