Holanda

Sete gols e vitória aos 48 do 2º tempo: PSV e Feyenoord fizeram um dos melhores jogos do ano

O duelo entre PSV e Feyenoord pode não ter tanta rivalidade. Ainda assim, o confronto entre duas das equipes mais vitoriosas da Holanda possui representatividade enorme. E a partida desta quarta, fechando a rodada do Campeonato Holandês, fez jus ao peso das duas camisas em campo. O Estádio Phillips recebeu uma partida espetacular, com sete gols e muitas reviravoltas no placar. O Feyenoord esteve muito próximo de arrancar o empate e ajudar o rival Ajax na briga pela liderança. No entanto, o gol de Memphis Depay aos 48 minutos do segundo tempo garantiu os quatro pontos de vantagem na liderança para o PSV.

Não demorou muito para que o placar fosse movimentado em Eindhoven. Após 13 minutos, Elvis Manu deixou os visitantes em vantagem. Empate buscado por Luuk De Jong, que começaria o seu show, mas ainda veria Karim El Ahmadi buscar a vantagem para o time de Roterdã no final do primeiro tempo – graças à segunda assistência primorosa de Jordie Clasie entre os zagueiros adversários.

A virada começou a ser construída na volta do intervalo. De Jong marcou mais dois tentos e completou o seu hat-trick deixando a vitória nas mãos do PSV. Aos 44, Kazim-Richards deixou tudo igual outra vez, de cabeça. E a glória do time da casa saiu com o gol salvador de Depay, aproveitando o contra-ataque de manual, que começou em escanteio para os adversários. Uma exibição para ser aplaudida de pé pela torcida no estádio.

Com os três pontos, o PSV chega a 40 e garante o título simbólico do primeiro turno do Holandesão com uma rodada de antecedência. Já o Feyenoord para nos 28 pontos e segue longe da briga pela Champions. Nesta noite, porém, mais importante que a pontuação foi o espetáculo. Um jogo para nenhum torcedor sair insatisfeito do estádio ou da frente da TV.

Abaixo, os sete gols da noite. Detalhe para a jogadaça de Jetro Willems no primeiro do PSV:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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