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Depois de igualar Cruyff em títulos nacionais, Robben quer superar ídolo

Arjen Robben vive uma grande fase no Bayern de Munique. Aos 33 anos, é um dos principais – se não o principal – jogador do clube alemão, que é um dos melhores da Europa. A ambição do holandês, porém, vai muito além de conquistar títulos. Ele quer se tornar uma lenda. E mira em um gênio do futebol para isso. Quer superar Johan Cruyff em títulos conquistados para se tornar o jogador holandês com mais conquistas da história.

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Robben igualou Cruyff nesta temporada em termos de títulos de ligas nacionais. Foi a sua 10ª conquista, a sexta só com o Bayern. Ele quer superar o ídolo e se tornar o maior vencedor. E espera conseguir isso na próxima temporada, quando o Bayern, mais uma vez entrará como um dos favoritos em todas as competições que disputa.

“Eu estou muito orgulhoso de ter conquistado 10 títulos no total e ter feito isso em quatro países diferentes”, afirmou o jogador em entrevista ao site Goal.com. “Mas me faz ainda mais orgulhoso que o meu décimo título tenha me igualado a Cruyff, o melhor jogador holandês de todos os tempos”, continuou. “Eu irei superá-lo se eu ganhar outro título. Isso é algo que me motiva”.

Cruyff conquistou três vezes a Bola de Ouro como melhor jogador europeu da temporada. Conquistou títulos de ligas nacionais pelo Ajax, Barcelona e Feyenoord. Robben conquistou títulos nacionais na Holanda, Inglaterra, Espanha e Alemanha.

Nesta temporada, Robben, afetado por lesões, esteve em campo apenas em 25 dos 34 jogos do time. Marcou 12 gols e deu outros nove passes para os companheiros. Acabou sendo decisivo em alguns jogos para a conquista do Campeonato Alemão, o quinto consecutivo e o primeiro sob o comando do técnico Carlo Ancelotti.

Em 2017/18, Robben tentará superar a lenda do seu país. Um objetivo bastante plausível, considerando que ele está no clube mais forte da Alemanha. O maior desafio para Robben estará ao longo deste segundo semestre, quando precisa ajudar a classificar a sua Holanda para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Depois, com a classificação, tentar mais um bom papel. Em 2014, ele foi um dos melhores (discutivelmente o melhor) da Copa. Acabou eliminado na semifinal com a Holanda, diante da Argentina de Messi, nos pênaltis. Em 2010, a Holanda já tinha perdido a final da Copa para a Espanha.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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