Julho de 2019 marcou o início da temporada 19/20 do futebol argentino. O objetivo do Instituto era uma vez mais buscar as glórias no continente, já que na temporada anterior ficamos com o título da Sul-Americana e o vice da Libertadores.

Bom, como todo início de temporada tivemos chegadas e partidas… Muito mais partidas desta vez. Além das saídas de diversos jovens e apostas que não deram resultado, também deixaram o clube duas das mais importantes figuras da história fictícia do Instituto de Córdoba: Jorge Luna e Mauro dos Santos. A idade chegou para ambos. Luna saiu sem contrato e Dos Santos foi para o San Lorenzo.

Para substituir o nosso outrora zagueiro titular veio Nahuel Valentini, que estava no Lanús e que chega ao custo de 2,4 milhões de euros. A ele se une também outro zagueiro: o jovem Campora que veio sem custos.

Após os incessantes treinamentos físicos, abrimos a temporada com os tradicionais amistosos. Eis aqui os resultado:

cap_23_02

O que começou o Apertura tinha:

1.Lerda; 17.Tejera, 2. Valentini e 6. Sarulyte; 28.Caro (18.Pavone), 22.Viotti e 11.Sánchez; 15. Mastrángelo; 14. Lamanna, 9. Ferreyra e 19.Rabello

– Logo depois da estreia com vitória contra o Racing veio a decisão da contra o Corinthians.  Mesmo em casa, nosso time não foi páreo e perdemos por 2×0. Após triunfos por 5×1 contra o Vélez e 2×0 contra o Chacarita, fomos ao Itaquerão tentar reverter a adversidade. Novamente não fomos páreos… Mastrángelo, de falta, anotou um tento para nosso time, mas o Corinthians venceu de novo: 3×1.

– O que me deixou mais fulo foi a incapacidade do ataque de converter em gol as situações criadas, de forma que na volta ao Apertura Facundo Ferreyra foi sacado para a entrada do jovem Acciari, que há tempos pedia passagem. Chucky, no entanto, voltou a fazer aparições no time, além de ser nosso 12º jogador.

– A sequência de bons resultados no torneio local nos permitiu novamente abrir boa vantagem no Apertura. Vencemos o Estudiantes por 2×1, o Huracán por 3×0 e o Lanús por 4×1 com dois de Ferreyra. Veio uma derrota para o Godoy Cruz pelo placar de 1×0, mas logo nos recuperamos com triunfos diante do (3×0) e do Boca (1×0) e um empate contra o então vice-líder Newells.

– Nossa estreia na Sul-Americana 2019 foi contra o Cerro Porteño fora de casa. Sem sustos, vencemos por 3×1. Na volta nova vitória, desta vez por 4×1 com gols de Pavone, Lamanna, Tejera e Rivero (que tem entrado como meia no lugar de Mastrángelo)

– De volta ao Apertura, vencemos o Independiente por 2×1, mas tivemos o infortúnio de o nosso volante/meia direita Caro ter se lesionado gravemente. Seriam oito meses afastado dos gramados.

– Enquanto vencíamos Belgrano por 4×0 e San Lorenzo por 3×0, a diretoria trabalhava duro para trazer um atacante que pudesse fazer a função de pivô em jogos mais difíceis. Depois de muito procurar decidimos oferecer um contrato de produtividade para o experiente , que estava sem clube. Ele começou como banco, já que Acciari vinha em boa fase.

cap_23_03

– Nas quartas de final da Sul-Americana enfrentamos o temível Boca Juniors, primeiro na Bombonera. Não fizemos uma boa partida e acabamos derrotados por 1×0. Na volta, porém, o time respondeu maravilhosamente bem e atropelou os xeneizes com um 4×0 graças a gols de Pavone, Tejera, Lamanna e Sarulyte.

– No Apertura perdemos para o Colón por 2 a 1, mas nos mantivemos bem com uma vitória por 4×0 diante do Atlético Tucumán. Vieram as semifinais da Sul-Americana e o adversário era o Cruzeiro, de Wallyson e companhia.  Em casa o Instituto fez uma de suas melhores partidas por torneios continentais e venceu por 4 a 2, graças aos tentos anotados por Pavone, Acciari, Mastrángelo e Capobianco.

– Nós, no entanto, não estávamos preparados para o jogo da volta. Achávamos que sim, mas foi a bola rolar e tudo deu errado. No comprido do Mineirão o trio de zaga cansou de tomar bolas nas costas… Todo lançamento que vinha da intermediária achava um atacante celeste para concluir em gol. Pior… Lerda decidiu fazer uma atuação abaixo da crítica justamente neste dia e o Cruzeiro venceu por 4×0… O Instituto estava fora da decisão…

cap_23_04

– No Apertura, porém, estávamos tão tranquilos que decidi escalar alguns reservas para fazer testes. Teófilo Gutierrez passou a ser nosso atacante de referência, com Acciari mais ao lado. No gol, Lerda deu lugar ao jovem Sergio Santamaria, cria das categorias de base do clube e então com 21 anos. Esse nome, porém, começou a me incomodar… Não ficava legal gritar Santamaría toda vez que meu goleiro fazia uma ponte… Eu não costumo mudar nome de jogador, mas nesse caso abri uma exceção e rebatizei o rapaz como Sergi.

– Vencemos Atlético Rafaela, Olimpo e Rosário Central e depois de um empate com o River nos sagramos novamente campeões argentinos!

cap_23_05

É hora de desenvolver o clube para alçar voos maiores…