FrançaLigue 1

PSG vence sem problemas – com todos satisfeitos

O domínio do Paris Saint-Germain nesta temporada do Campeonato Francês tem sido pautado por duas coisas: vitórias fáceis sobre a maioria dos adversários e notícias sobre o ambiente turbulento fora de campo. Mas este sábado trouxe um respiro ao PSG: não faltaram razões para todas as partes comumente envolvidas em notas de desentendimentos saírem satisfeitas, após o 4 a 0 sobre o Montpellier, pela 23ª rodada.

Uma goleada que talvez já esperasse para acontecer logo aos dois minutos do primeiro tempo, com a oportunidade inicial de gol para os donos da casa: Julian Draxler recebeu a bola na entrada da área, saiu de Hilton com uma meia-lua, mas o toque do alemão foi para o lado externo da rede. Aos 11, o primeiro gol deu razão para vários e aguardados sorrisos. Neymar recebeu pelo lado esquerdo, e adiantou a bola a Adrien Rabiot. O meio-campo cruzou rasteiro, e enfim Edinson Cavani teve o momento que toda a torcida esperava no Parque dos Príncipes: completou para o gol, fazendo 1 a 0 – e conseguindo o gol de número 157, entrando para a história do PSG como o grande goleador da história do clube e comemorando como se devia: com os adeptos.

O domínio era claro, mas faltava a outra estrela aparecer. E ela o fez aos 39 minutos. Julian Draxler chutou, Pedro Mendes pôs a mão na bola, o juiz Frank Schneider marcou o pênalti, e coube a Neymar cobrar para o 2 a 0. O brasileiro teve até chance de fazer mais um ainda antes do intervalo: aos 44, dominou a bola no meio da área, girou e finalizou cruzado, mas o goleiro Benjamin Lecomte defendeu firme.

Acomodado com a vantagem, o PSG sequer sofreu pressão do Montpellier, que só criou uma chance real aos 22 minutos do segundo tempo: Souleymane Camara chutou forte, mas o goleiro Alphonse Aréola estava atento para rebater. Apenas para deixar claro quem mandava no jogo – e manda no Campeonato Francês -, o time da casa fez mais um aos 24 minutos. Javier Pastore deixou Thomas Meunier livre, com um passe em profundidade, e o lateral belga cruzou rente ao gramado. Ángel di María teve o único trabalho de desviar de chapa para o canto direito da meta de Lecomte. 3 a 0.

E um rápido contra-ataque ainda rendeu o 4 a 0, aos 36 minutos: Cavani deixou a bola com Di María, o argentino devolveu de calcanhar ao uruguaio, que tocou na saída de Lecomte, e deixou a bola solta para Neymar marcar seu segundo gol. Mais uma goleada em Paris – mas com todos satisfeitos desta vez.

Mostrar mais

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo