FrançaLigue 1

Para alívio de Ibra, supertaxa não afetará futebol francês

Os jogadores das duas principais divisões da França haviam marcado um final de semana de greve nas rodadas das Ligue 1 e 2 para protestar contra a implementação da supertaxação de 75% sobre salários superiores a € 1 milhão por ano também no futebol. A medida não será mais necessária pois o senado francês já a rejeitou. Ao menos em relação aos clubes.

À época do anúncio da greve, escrevemos aqui sobre os dois lados da história: a tradição de pressão social na França e os efeitos da medida no futebol caso fosse aplicada. A taxação obviamente afetaria o futebol francês e afastaria grandes atletas do país, fortalecendo outras ligas em detrimento da francesa, como defendem os clubes. Mas seria justo colocar agremiações esportivas em uma categoria especial?

Por enquanto, PSG e Monaco, por exemplo, podem ficar tranquilos que suas contratações multimilionárias poderão continuar acontecendo. Os outros clubes, em menor proporção, também podem seguir contratando jogadores sem ter de pagar muito a mais em taxas para oferecê-los salários compatíveis com o mercado do futebol europeu.

Foto de Leo Escudeiro

Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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