Ligue 1

Nem foi preciso de Neymar para o PSG vencer (de novo) o clássico com o Marseille

A vida do Olympique de Marseille não anda muito fácil e não ficou melhor neste domingo. Jogando diante do seu maior rival, o Paris Saint-Germain, os marselheses foram derrotas por 2 a 0. E nem foi preciso Neymar, que começou no banco, com um problema gástrico. Kylian Mbappé e Mauro Icardi foram os autores dos gols, marcados ainda no primeiro tempo.

Em janeiro, os dois times tinham se enfrentado pela Supercopa da França, com vitória do PSG. Mais uma vez, os parisienses levaram a melhor no clássico, diante de um adversário que não foi páreo. Recentemente, demitiram o técnico André Villas-Boas, que na verdade, praticamente se demitiu. Sem técnico, com problemas no vestiário, com resultados ruins, com jogadores rendendo pouco e diante do time mais forte da Ligue 1, o OM não foi capaz de competir.

Com nove minutos de jogo, Di Maria acionou Mbappé em velocidade em um contra-ataque, e o francês, veloz como um raio, tirou do último marcador e tocou na saída do goleiro. Os parisienses estavam à frente no placar no estádio Velodrome. O Paris sofreu com uma lesão logo depois. Di maria precisou sair, substituído por Pablo Sarabia.

O segundo gol veio aos 24 minutos. Alessandro Florenzi cruzou para a área e Icardi, na primeira trave, tocou de cabeça para trás, encobrindo o goleiro. Um gol curioso e 2 a 0 no placar. Ficou assim no primeiro tempo.

No segundo, Neymar substituiu Icardi, aos 20 minutos do segundo tempo. O brasileiro conseguiu alguns lances, mas não mudou o rumo da partida, que já estava encaminhada. O técnico Mauricio Pochettino rodou o elenco, colocou em campo Moise Kean e deu minutos a Danilo Pereira também.

A vitória do PSG é importante, porque os seus rivais diretos também venceram, tanto Lyon quanto o líder, Lille. São três pontos de diferença para o líder neste momento, com todos os times da ponta com o mesmo número de jogos.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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